Por que destruir Lula pode não ser positivo para o país

Há uma operação em curso para destruir Lula, com o objetivo de arrancar o PT do poder? Não se sabe. Mas é preciso entender que a “eliminação” de Lula pode não significar que a arcaica elite política — Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Romero Jucá, Jader Barbalho — vai sair de cena

Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek: os dois presidentes foram combatidos por seus adversários, apontados como corruptos. Mas a história provou que não eram desonestos e, sobretudo, eram estadistas

Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek: os dois presidentes foram combatidos por seus adversários, apontados como corruptos. Mas a história provou que não eram desonestos e, sobretudo, eram estadistas

“Um homem que se dispõe a ser virtuoso em tudo vai malograr entre tantos que não o são. Portanto, é preciso que o Príncipe, para se preservar, aprenda a não ser virtuoso, sendo ou não, de acordo com a necessidade.”

Nicolau Maquiavel

Há dois tipos de julgamento que são fundamentais na democracia: o judicial e o histórico. Em seu tempo de governo, devido ao incentivo maciço ao culto à personalidade, Ióssif Stálin (o “homem de aço”) era “amado” pelos soviéticos. Industrializou a União Soviética à força, num tempo curtíssimo — os capitalistas do século 18 e início do século 19 se espantariam com a pressa e os resultados —, e não era corrupto em termos financeiros. Sua corrupção era moral.
Além de mandar matar milhões — a maioria nem era adversária do comunismo —, eliminou a democracia. Durante a Segunda Guerra Mundial, embora tenha sido aliado de Adolf Hitler até 1941, foi decisivo para que os Aliados, encorpados pelos soviéticos, vencessem a Alemanha. É provável que, sem os milhões de soldados do país comunista, Inglaterra e Estados Unidos levassem mais tempo — talvez uns cinco anos — para derrotar o nazismo. A bomba atômica, no lugar de ser jogada no Japão, possivelmente teria sido arremessada sobre cidades da Alemanha. Por tudo isto, Stálin é avaliado como um dos grandes políticos do século 20. Tão hábil que chegou a pôr Franklin D. Roosevelt no bolso, fazendo o presidente americano acreditar (se acreditou; o americano era uma raposa política) que era possível negociar limpamente com o Tio Joe, como os líderes americanos chamavam Stálin.

Stálin morreu em 1953 e o comunismo caiu em 1991 e acabou com a União Soviética. Qual é o julgamento que a história faz do líder comunista? Em suma, é apontado como um ditador paranoico e sanguinário, responsável pela morte de cerca de 20 milhões a 30 milhões de soviéticos — matou milhares de judeus, por sinal. A história não o absolveu; ao contrário, o condena. Livros como os de Robert Conquest, Simon Sebag Montefiore (seu biógrafo mais atento), Robert Service, Richard Pipes, Orlando Figes (seu “Sussurros” é fundamental para se entender o cotidiano das pessoas sob o stalinismo), Martin Malia, Moshe Lewin, Catherine Merrida­le e Robert Tucker arrasaram a reputação de Stálin. Por isso, fora das linhas do heterodoxos do PC do B, é muito difícil encontrar alguém bem informado que diga que admira Stálin. Ditadores costumam ser amados quando vivos e abominados quando fora do poder ou mortos.

Se a reputação de Stálin só piora a cada arquivo aberto na Rússia, a estatura de outros grandes líderes do século 20, como Winston Churchill, Franklin Roosevelt e Charles de Gaulle, só cresce a cada nova pesquisa. A história dos democratas é enriquecida pós-morte.
Comentemos quatro presidentes brasileiros: Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Fernando Henrique Cardoso e Lula da Silva. Os dois primeiros, que governaram há mais de meio século, podem ser examinados com mais distanciamento e menos paixão. Os dois últimos, ainda vivos, provocam debates que às vezes são mais ideológicos e partidários do que históricos. A história deles ainda está, por assim dizer, “andando”. Portanto, é difícil avaliá-los com precisão, o que não quer dizer que não devam ser avaliados e criticados.

Getúlio Vargas

Comecemos por Getúlio Vargas, que se matou em 1954, possivelmente por quarto motivos. Primeiro, para impedir que o poder caísse nas mãos da UDN de Carlos Lacerda e dos militares açulados pelas vivandeiras de praxe. Segundo, por sentir-se desconfortável com a onda de corrupção que teoricamente envolvia seu governo. Terceiro, porque aparentava ter perdido o controle de seus aliados do círculo íntimo (os que articularam a tentativa de assassinato de Carlos Lacerda). Quarto, encanecido, talvez estivesse cansado das agruras de se governar um país. O suicídio pode ser, no caso, resultado de uma desistência de tudo.

Getúlio Vargas é um caso complexo. Até 1930, comportou-se como um político democrata. Aí, não aceitando a vitória de Júlio Prestes para presidente, optou por um golpe de Estado, mais conhecido como Revolução de 30. De 1930 a 1937, governou o país com uma semi-ditadura. Em 1937, sugerindo que os comunistas preparavam um golpe — divulgou-se o Plano Cohen, elaborado por um integralista, Olympio Mourão Filho, o Vaca Fardada de 1964 —, o próprio presidente “antecipou-se” e articulou seu golpe, implantando uma ditadura ferrenha, conhecida como Estado Novo. Perseguiu. Prendeu. Censurou a imprensa. Diria Joseph Conrad, o do romance “Coração das Trevas”: o horror! o horror! o horror.

Porém, 61 anos depois de sua morte, a historiografia — como mostra a recente e exaustiva biografia escrita pelo jornalista e pesquisador Lira Neto — trata Getúlio Vargas mais como estadista, como um político que tinha uma visão ampla do Estado e por isso contribuiu, de maneira decisiva, para o crescimento (a indústria de base) e o desenvolvimento do país (criou o salário mínimo e uma legislação trabalhista avançada para seu tempo), do que como ditador. Sobre a questão da probidade, não há nada que comprove que o líder gaúcho tenha sido corrupto. Podem ser apontados casos de corrupção em seu governo? Seguramente, como em quaisquer governos, mas nada que o envolvesse pessoalmente e nem se pode falar em corrupção sistêmica. Apesar do que a imprensa publicava, sobre Carlos Lacerda, não havia um mar de lama no Palácio do Catete.

Juscelino Kubitschek

O pesquisador e jornalista Claudio Bojunga (autor da seminal biografia “JK — O Artista do Impossível”) diz que o governo de Juscelino Kubitschek foi de “exceção democrática”. Com isto quer sugerir que se trata do período mais acentuadamente democrático da história patropi (embora seja preciso ressalvar que, a partir de 1990, não houve mais ameaça à ordem institucional). O líder do PSD de Minas Gerais investiu pesadamente no crescimento e no desenvolvimento, buscando também a integração das regiões, com o objetivo de constituir de fato um país. A construção de Brasília, no Centro Oeste, é parte desta visão integracionista. Em 1964, embora fosse um político moderado, sem uma gota de radicalismo, foi cassado pelo governo militar, sob inspiração, não do presidente Castello Branco, e sim do “primeiro-ministro” da caserna, general Arthur da Costa e Silva. Militares e civis golpistas postularam e tentaram cristalizar a tese de que Juscelino era corrupto. Anos depois, o presidente-general Ernesto Geisel admitiu que JK não era corrupto e que os Inquéritos Policiais Militares eram malfeitos e, sobretudo, “viciados” pela ideologia extremista dos golpistas.

Cinquenta e cinco anos depois do fim de seu governo e quase quarenta anos após sua morte, a imagem de Juscelino Kubitschek é a mais positiva possível. É equivalente à de Getúlio Vargas, com a importante diferença de que era democrata. Hoje, na esquerda, no centro e na direita, todos se dizem herdeiros do espólio político e do ideário desenvolvimentista do gaúcho e do mineiro. Mas em vida, em determinado período, foram execradíssimos. Getúlio Vargas matou-se; JK, deprimiu-se.

Fernando Henrique Cardoso, Lula da Silva e Dilma Rousseff: o partido dos dois últimos, o PT, trabalhou, de maneira orgânica, para destruir a imagem do primeiro. Agora, querem destruir Lula? Vale a pena?

Fernando Henrique Cardoso, Lula da Silva e Dilma Rousseff: o partido dos dois últimos, o PT, trabalhou, de maneira orgânica, para destruir a imagem do primeiro. Agora, querem destruir Lula? Vale a pena?

Fernando Henrique Cardoso

Avaliar Fernando Henrique Cardoso e Lula da Silva, num espaço tão curto, é quase impossível. Ao se tornar presidente, o sociólogo e professor da Universidade de São Paulo, com passagens pela França e Estados Unidos, se tornou um adepto da realpolitik, entendendo que, no poder, é preciso dialogar e governar com os homens reais — da estirpe de Antonio Carlos Magalhães, José Sarney, Renan Calheiros, Jader Barbalho — e não com homens ideais, como Pedro Simon e… Jesus Cristo. Fez concessões, não consegue explicar como conquistou a reeleição (há indícios fortes de que sua estrutura política comprou apoio) e tampouco as privatizações. Em 2002, na disputa contra Lula da Silva, José Serra, embora filiado ao PSDB, praticamente ignorou FHC. Apesar de ter formulado e colocado em prática o Plano Real (ainda no governo do presidente Itamar Franco), que estabilizou a economia brasileira, conferindo-lhe respeito internacional, Fernando Henrique foi “abandonado” por seu candidato. Havia, além do desgaste de oito anos no governo, uma crise econômica — muito menos grave do que a atual —, determinada pela crise externa, e isto, na avaliação dos marqueteiros, não era positivo para a campanha de José Serra.

Na verdade, o desgaste de Fernando Hen­ri­que e a crise econômica eram potencializadas por uma campanha cerrada e implacável do PT. O presidente, no discurso da esquerda petista, era quase um “monstro”. Tratava-se, entre ou­tras coisas, do político que havia sido seduzido pe­las elites conservadoras do país, como An­tonio Carlos Magalhães, o ACM, e José Sarney (com quem rompeu), e pelas elites financeiras nacionais (“salvou” os bancos, via Proer) e internacionais (beneficiadas pela suposta privataria).

Doze anos depois de ter deixado o poder, a imagem de Fernando Henrique é positiva, apesar do massacre do discurso da privataria (que deve mesmo ser examinada com rigor e, se for o caso, criticada). Primeiro, foi decisivo para a estabilidade econômica do país. Segundo, não houve instabilidade institucional em seu governo — o que possibilitou uma transição tranquila para um governo de esquerda, o do petista Lula da Silva, em 2003. Ressalve-se que os “três” governos de FHC — está-se considerando o governo de Itamar Franco como seu governo — precisam ser examinados por pesquisadores qualificados, não ideologizados. Um balanço equilibrado ainda não foi feito. A ideia de descontinuidade entre PSDB e PT, quando os estudos forem feitos, talvez seja reduzida. As políticas públicas dos dois partidos não são muito diferentes — exceto na retórica.

Lula da Silva

O caso mais difícil de se examinar é o de Lula da Silva. Como Dilma Rousseff é uma espécie de Itamar Franco de Lula, os governos do PT são de continuidade, com ligeiras alterações, mais de retórica do que de perfil. Lula é Dilma e Dilma é Lula, embora não sejam iguais. Por mais que não pareça, Dilma governa mais, está mais na presente à frente da máquina, por isso incomoda profundamente as elites políticas conservadoras estaduais que acoplaram-se ao governo. Lula era menos centralizador e abria mais espaço para os aliados, como José Dirceu, que chegou a ser uma espécie de primeiro-ministro do governo. No governo Dilma Rousseff quase todo mundo é João Malkovich.

Há uma diferença crucial entre Lula da Silva e Dilma Rousseff. O primeiro é mais tolerante com as falhas humanas — incluída aí a corrupção. Para o petista, os homens reais, aqueles com os quais se convive todos os dias, são falhos, independentemente de serem ricos, classe média ou pobres. Daí sua tolerância. Se pudesse, a petista não conviveria com mais da metade dos políticos que, de uma forma ou de outra, também mandam em seu governo. Porém, mesmo sendo intolerante com os malfeitos, isto não quer dizer que não ocorreram e não ocorrem em seu governo. Porque governos, como a vida, são incontroláveis — têm, digamos assim, vida própria.

Com o mensalão e com o petrolão, Lula da Silva e Dilma Rousseff foram eleitos e reeleitos, sobretudo conseguiram governar sem grandes atropelos. Ressalve-se que, no processo de corromper as elites regionais, garantia de apoio no Congresso Nacional, o PT também conspurcou-se — provando que os meios às vezes corrompem os fins. Alguns de seus militantes, até de proa, locupletaram-se. Uma leitura atenta do que a imprensa — não apenas a revista “Veja” — está publicando sugere que há envolvimento pessoal de Lula da Silva e Dilma Rousseff no processo sistêmico de corrupção.

Tudo indica que a presidente Dilma Rousseff é, em termos pessoais, honesta. Não há nenhum indício de que tenha recebido dinheiro de empreiteiros. Mas os esquemas das campanhas eleitorais, monitorados por aliados petistas e de outros partidos, a beneficiaram. É provável que a petista não sabia da maioria das tratativas que foram feitas em seu nome, e certamente para ela cumprir, se eleita e reeleita. Se Lula da Silva é adepto da realpolitik, da política sem limites, Dilma Rousseff não o é. Isto quer dizer que o ex-presidente é pior do que a presidente? Não. Como político, ainda que avesso às teorias, é muito superior à presidente — por isso é convocado para articular a política do governo. Curiosamente, articula tanto para Dilma Rousseff quanto para seus aliados — como Renan Calheiros (PMDB), o presidente do Senado.

Comenta-se que Lula fez lobby para empreiteiras ganharem dinheiro no exterior — às vezes até com dinheiro do BNDES — e teria permitido a articulação do mensalão e do petrolão. No processo, dado o tráfico de influência, teria enriquecido ilicitamente? Por mais que a imprensa tenha divulgado notícias a respeito, às vezes documentando algumas denúncias, é cedo para concluir que o ex-presidente se corrompeu, em termos pessoais (a corrupção moral, esta sim, é latente nos políticos e em todos que precisam participar do grande jogo da vida). É preciso esperar mais. É vital ter um pouco mais de paciência, antes de julgamentos peremptórios. O quê. ao final de processo, a Justiça dirá? Convém lembrar do que fizeram com Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek.

Por fim, entremos num terreno tão pantanoso quanto pedregoso. Antes, porém, é preciso sublinhar que, se estiver mesmo envolvido no processo de corrupção, direta ou indiretamente, Lula da Silva deve responder por seus atos, como quaisquer outros cidadãos, perante a Justiça. Entretanto, uma “queda” em definitivo de Lula da Silva pode não ser positiva para o país, num momento em que escasseiam líderes equilibrados e respeitados pela sociedade. Assim como Fernando Henrique Cardoso, Lula da Silva está bem acima da atual geração política, que é, frise-se, medíocre. O PT fez o impossível para destruir Fernando Henrique, para que não fizesse o sucessor em 2002 e para conquistar o poder. Felizmente, não conseguiu destruí-lo, dada a seriedade de seus propósitos, à visão de estadista — que é, no final, o que conta. O PSDB pode colaborar, com setores da imprensa, para destruir Lula da Silva? Mas o que o país ganha com isto? Talvez nada. Ou melhor, perde muito ao ter de tolerar uma elite política composta por Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Michel Temer, Jader Barbalho, Fernando Collor, Romero Jucá. Não se troca uma elite de uma hora para outra. A liquidação do PT e, sobretudo de Lula da Silva, pode colocar no poder não uma elite melhor. Quer dizer, a mesma elite tende a continuar no poder, mesmo que o próximo presidente da República se chame Geraldo Alckmin, Aécio Neves ou Marconi Perillo, do PSDB, ou Marina Silva, da Rede. Porque, como dissemos, governa-se com homens reais — os que ganham eleições em seus Estados — e não com homens ideais.

Para os que leem textos de maneira enviesada ou puramente ideológica, sem um olhar mais atento para a história do país, esclarecemos que não se está defendendo que não se deve fazer nada a respeito de Lula da Silva. O que se está sugerindo é que é preciso examinar os fatos — mas fatos mesmo, não o possível lodaçal das versões — com mais objetividade, para não dizer isenção, e moderação. Insistamos: a destruição de um político como Lula da Silva, acima da média — sua incultura não o invalida como político —, não é positivo para o país. Entretanto, se comprovado mesmo que tirou proveito do fato de ter sido presidente e líder político, que as “denúncias” sejam examinadas e julgadas, com lisura e independência, pela Justiça. Por enquanto, não está condenado e não é o monstro do Lago Ness. Assim como Fernando Henrique não é. São os dois melhores políticos do país nos últimos 20 anos, mas, frise-se, não estão acima das leis do país.

4 respostas para “Por que destruir Lula pode não ser positivo para o país”

  1. Avatar Paulo disse:

    NÃO SOU DE DIREITA NEM DE CENTRO, MUITO MENOS DE ESQUERDA. SOU BRASILEIRO. ———– Já passei dos 70… vivi muiot, vi muita coisa … – Até concordo com alguam coisa dita… ainda no priemiro anndato li o que disse um jornalsita ou sei lá oq ue: ” O MAL QUE O LUAL ESTÁ FAZENDO AO PAÍS, LEVARÁ DÉCADAS PARA SE AFASTADO” – alguma dúvida????? desmoralizou as Instituições, todos, do executivo ao judiciário. Transformou bandido em heróis, não somente os terroristas ( início com o FHC – também das esquerdas). DIVIDIU O PAÍS em POBRES x ricos ( zelites brancas de olhos azuis) – NEGROS x brancos – MULHERES x homens – GAYS x éteros – ÍNDIOS x não índios – PATRÕES x empregados – PT x outros “partidos” – e vai por aí, sem falar na imposição da Dilma para presidnetAAAAAAAAAA, nas campanhas vergonhosas de 2010 e 2014…

    NÃO TEMOS PARTIDOS, apenas, AMONTOADOS DE POLÍTICOS QUE VISAM OS SEUS INTERESSES. A MÍDIA, VIA DE REGRA, PROTEGE ALGUNS.

    Gegê e JK. Gegê, o único ditador que tivemos, ou não??? Seu governo surgiu de dois golpes. A revloução de 30 ( perdeu as eleições ) e o “Estrado Novo”. Ainda ontem, por concidência, assiti um video ( asssiti, não, ouvi o que um rapaz ouvia no celular, som alto ), um coemtnário da situção do país.. flava do Geg~e, emd asdo momento. Segundo ele, o periodo em que se mais amtou no país ( meus avôs e familiares diziam a mesma coisa – horroes – li qeu houve um amssavre em um povoado baiano, em 1937, de opositiroes ao Estrado Novo, que chamo de ” A ESQUICIDA” – ditadura ). JK, o filhote dfa ditadura Vargas, ou não???? BRASÍLIA nos rndeu dívida externa, inflação, etc…. VOTOU NOC ASTELLO BRANCO VISAnod ser o idnciado em 1965 ( INTERESSES). VAI POr AÍ. ESTADISTA(?????) Geg~e, JK, FHC, este também é considerado…..

    Senhor, eu votei no Lula, por dois motivos. NÃO GOSTO DO FHC,a té o admirav a como senador, mas,s endo o relator da emeda das ditretas e, ser contra e depois no opdoer fazer o que fez… PAPEL DE MOLEQUE. 2) rinha acerteza de que aconteceria o que aconteceu: mensalão, etc etal eque, ele seria cassado, MAS, COMO O COLLOR, que esqueceu que estava lidando com politicos … ME ESQUECI QUE POLÍTICO SÓ E´CASSADO SE HOUVER INTERESSES POR TRÁS. O PT queis, pediu a cassaçaõd e todos os presidnetes de pós ditadura, NÃO ERA GOLPE, por que agora com a Dilma é?????? e ainda vem o senhor dizer que é ruim para o país a eliminação politica do Lula e do PT?????? disseram a emsma coisa quando se quis cassar o Lula… PÕE EM RISCO A ESTABILDIADE DO PAÍS – piada… como assim, se o país do Lula era o Brasil maravilha — o do Collor, sai de uam inflação galopante, confisco da poupança ( segundo o ex-sendor FOGAÇA/RS, foi idéia do PMDB, que se vencedor, iria conficar, sem devolver. Devo ter a fita da Seçaõ do Senado emq ue apontou um a um so senadores queestavam na excutivo e que naquiele momento criticavam o FHC que queria levar o CANDIR para o governo, coma alegação de que ele cassou a poupança…

    “Raramente a verdade recupera o terreno perdido sobre a lenda, esta eterna necessidade de fabricar heróis. A história não tolera nenhum intruso, escolhe, ela própria, seus heróis e rejeita sem piedade aqueles que não elegeu. ” Stefan Zweig

    “Também o destino vez ou outra escolhe herói insignificante para
    mostrar que, de matéria frágil, sabe tirar o mais intenso patético e da alma
    fraca e indolente, a mais alta tragédia.” Stefan Zweig

    “A verdade pela metade não vale nada. É necessária sempre
    inteira.” Stefan Zweig

    “Não há covardia mais torpe que a covardia da inteligência, a burrice voluntária, a recusa de juntar os pontos e enxergar o sentido geral dos fatos.” Olavo de Carvalho.


    “Na vida quase sempre as sortes são diferentes, os que reconhecem os fatos não são os que agem e os que agem não são os que os reconhecem. A história não tem prazo para fazer justiça.” Stefan Zweig

  2. Avatar Luiz Freitas disse:

    Citar FHC e Lula como exemplos de “líderes equilibrados e respeitados pela sociedade” é uma demonstração cabal de que não só a atual, mas toda geração política brasileira é medíocre (e isso é o espelho da sociedade). Uma pena termos precisado de um Ditador para darmos início à Industria de base, ao voto feminino e à legislação de proteção ao trabalhador (esta última em risco atualmente), pois na República Velha nunca conseguiríamos essas coisas. JK só construiu Brasília causando um rombo na previdência. Nossa democracia é ainda bastante incipiente, temos muito o que melhorar…

  3. Avatar Paulo Cesar Albuquerque disse:

    “enviesado” é seu editorial, que quer passar para os leitores, a ideia de que quem o redigiu é equilibrado e possui bom senso. Ou o Senhor é ingênuo – o que não acredito que seja – ou é muito cínico, como o são Lula, Dilma, Dirceu, Renan etc. etc. etc. Um corpo só pode ser saudável quando seu mal maior é extirpado, sem dó nem piedade. O Mal maior do Brasil hoje atende pelo nome de Luis Inácio Lula da Silva. A sociedade Brasileira – adoecida como está – deve extirpar esse “câncer” de seu organismo, se quiser viver de modo saudável.

  4. Avatar José Roberto disse:

    Os maiores ladrões desse Brasil, não são somente aqueles que roubam milhões e milhões, mas também e até mais aqueles que mantem e criam mecanismos para excluir a maioria da população de suas oportunidades e direitos, são verdadeiros Robin Hood do mal que rouba dos pobres e dão para os ricos, depois do Lula podem dizer o que quiser tudo melhorou para a população pobre e muito.

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