Governo Dilma Rousseff avaliza gestão de Marconi Perillo e revela que Goiás tem melhor educação do país

A melhoria da educação pública em Goiás, segundo dados do Ideb, talvez seja a notícia mais importante para o Estado em 2014. As oposições, se atentas, deveriam comemorar junto com o governador Marconi Perillo porque estariam reconhecendo o esforço coletivo de professores e alunos

Marconi Perillo, governador de Goiás: índices do Ideb, divulgados pelo MEC, comprovam que os investimentos  em educação foram e são realmente positivos. As ações planejadas e racionais do governo do Estado deram certo|Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Marconi Perillo, governador de Goiás: índices do Ideb, divulgados pelo MEC, comprovam que os investimentos
em educação foram e são realmente positivos. As ações planejadas e racionais do governo do Estado deram certo|Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

A oposição, quando competente e propositiva, também governa. Porém, quando faz apenas a crítica eleitoreira, não contribui para o desenvolvimento dos Estados e do país. O problema é que ao apresentar tão-somente uma agenda negativa, sugerindo que tudo está errado — num estilo próximo do fundamentalismo político e religioso —, políticos, sobretudo candidatos, contrariam a população de seus Estados. Os candidatos a governador de Goiás pelo PMDB, Iris Rezende, pelo PSB, Vanderlan Cardoso, e pelo PT, Antônio Gomide — políticos respeitáveis —, têm o dever de apresentar críticas consistentes e de propor alternativas exequíveis ao governo do tucano Marconi Perillo, candidato à reeleição. Entretanto, quando dizem que está tudo errado, e a sociedade não percebe que está tudo errado, o marketing é contrariado pela realidade. Deste modo, a sociedade — que é mais ampla do que o termo “eleitores” — percebe que não se está fazendo um diagnóstico preciso e isento do que está acontecendo. A sociedade compreende, à perfeição, que se está fazendo política, no pior sentido — a eleitoreira. Vanderlan e Gomide até tentam apresentar uma crítica um pouco mais refinada do que a de Iris, mas não avançam em termos de diagnóstico e alternativa viável. Nenhum dos candidatos das oposições apresentou um estudo fundamentado e, portanto, crível dos quatro anos do governo de Marconi. Sequer tiveram a iniciativa de encomendar uma pesquisa abalizada de um instituto nacional (ou local) respeitado, como a Fundação Getúlio Vargas e a Fipe.

No afã de sugerir que está tudo errado — emulando as críticas de movimentos socialistas contra o capitalismo (“é preciso destruir tudo para construir o novo”, quando, como notam filósofos liberais, não é possível demolir tudo e construir alguma coisa do nada) —, Iris, Vanderlan e Gomide tendem a perceber Goiás como se fosse Marconi. O Estado é maior do que Marconi e envolve a iniciativa privada, quer dizer, uma sociedade civil pujante que, muitas vezes, sobrevive à margem dos governos, produzindo e conduzindo as coisas de maneira dinâmica e produtiva. Às vezes exige apenas que os governos não atrapalhem.

Iris Rezende, candidato a governador: o peemedebista é importante para a história de Goiás, mas não investia maciçamente em educação e saúde|Foto:Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção

Iris Rezende, candidato a governador: o peemedebista é importante para a história de Goiás, mas não investia maciçamente em educação e saúde|Foto:Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção

Ao sugerir que não há acertos e que nada funciona, Iris, Vanderlan e Gomide cometem um erro, pois não é assim que os goianos percebem Goiás. Nem tudo funciona bem. A segurança pública precisa melhorar, e com certa urgência, mas não é um problema meramente estadual. Goiás, como qualquer outro Estado, é “vítima” da falta de uma política para a segurança pública em nível nacional. Goiás não é uma ilha, mas Brasília, em termos de ações, parece ser uma ilha. Uma política de segurança nacional que tenha os Estados como parceiros da União — e não cuidando sozinhos dos problemas — contribuiria para reduzir o problema da violência, sobretudo da organizada. Traçar um mapa da violência apenas num Estado quase sempre é ineficaz, porque a violência de um Estado pode aumentar a violência noutro Estado.

O tráfico de drogas, por exemplo, começa em alguns Estados e, daí, espraia para o país e o crime organizado não tem mais fronteiras — é nacional e, até, multinacional. É óbvio que os Estados, como Goiás, têm responsabilidade e precisam atuar com firmeza, nos limites da lei, no combate à violência. Mas sem a presença ostensiva do governo federal, apoiando com estrutura e recursos financeiros, dificilmente a violência, que está se tornando estrutural e nacional, será combatida de maneira eficaz. Entretanto, do ponto de vista eleitoral, da busca de dividendos políticos, aparentemente é mais eficaz culpabilizar exclusivamente os governos estaduais. Dissemos “aparentemente” porque a sociedade é cada vez mais bem informada e sabe que o governo federal, altamente concentrador de recursos, não tem uma política racional e eficaz para combater a violência, transferindo a responsabilidade pelas ações unicamente aos governos dos Estados, que, mesmo com boas ideias, no geral não têm recursos financeiros suficientes para adotar programas policiais mais modernos e eficientes.

Observe-se que, quando o governo federal apoia, com recursos financeiros, os governos estaduais, se os gestores têm espírito gerencial e atuam de maneira planejada, conseguem resolver os problemas. Note-se o caso da infraestrutura. Nesta semana, o repórter Frederico Victor saiu a campo em busca do peso do agronegócio na economia goiana. O agronegócio representa, em números secos, cerca de 28% do PIB estadual. O número, por si, é alto e representativo, pois significa quase um terço de toda a economia. Mas sugere menos do que é o agronegócio, que, na verdade, influencia e movimenta praticamente todos os outros setores, como a indústria de máquinas pesadas e mesmo de automóveis. Não é à toa que os economistas — inclusive o economista-chefe do staff de Marina Silva, Eduardo Giannetti — denominam o agronegócio de âncora verde. Não fosse o agronegócio, com seu perfil dinâmico e espraiado, a economia brasileira estaria crescendo muito menos. Por isso, quando um grupo de políticos — alguns do PMDB, supostamente orientados por Iris Rezende e Iris Araújo — foi à presidente Dilma Rousseff pedir para que seu governo não investisse em Goiás, porque estaria potencializando eleitoralmente o governador Marconi Perillo, a petista, economista por formação, disse um rotundo “não”. A presidente, por intermédio de terceiros — pois se recusou a receber pessoalmente o exército brancaleônico —, disse, mais de uma vez, que “sabotar” um Estado, dado o fato de a economia nacional ser integrada, é prejudicar o país.

Antônio Gomide (acima), ex-prefeito de Anápolis, e Vanderlan Cardoso,  ex-prefeito de Senador Canedo:  o calcanhar-de-aquiles do primeiro  é o setor de saúde; o segundo  tem ação mais positiva na área

Antônio Gomide (acima), ex-prefeito de Anápolis, e Vanderlan Cardoso, ex-prefeito de Senador Canedo: o calcanhar de-aquiles do primeiro é o setor de saúde; o segundo tem ação mais positiva na área

Por isso manteve o apoio ao governo de Goiás — muito mais do que ao governador Marconi Perillo. A petista é apresentada como “republicana”, e, de fato, é — e até muito mais do que o ex-presidente Lula da Silva, que é dado à política do ressentimento, transformando a atividade política em briga de quintal. Sobretudo, Dilma Rousseff é uma realista em tempo integral.

A reportagem de Frederico Victor mostra que, nos últimos tempos, o crescimento do agronegócio tem a ver com o forte investimento do governo de Marconi Perillo em infraestrutura. A recuperação da malha rodoviária, para citar um exemplo, foi e é fundamental para os produtores rurais e empresários da área. Com o apoio do governo da presidente Dilma Rousseff — que ousou enfrentar a “politicazinha” provinciana —, o governador Marconi recuperou estradas e isto influencia e impacta diretamente a economia. A reportagem de Frederico Victor, na página 24, explicita isto.

Crer e o aval federal

Há pouco tempo, um dos auxiliares mais importantes do ministro da Saúde esteve em Goiânia e concedeu uma entrevista a uma publicação local e disse que o Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo, mais conhecido pela sigla Crer, é um modelo para o país. Eis as palavras precisas do secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães: “Posso dizer com tranquilidade: a experiência do Crer é uma das nossas referências nacionais. Nós não partimos do nada. Partimos de experiências concretas como a do Crer para criarmos essa Rede Nacional [Rede de Cuidados das Pessoas com Deficiência]. O desafio é ter muitas estruturas pelo País afora de diferentes dimensões. Mas o Crer é uma das nossas inspirações e continuará sendo um grande centro orientador, de treinamento, capacitação e apoiando outros serviços”. Helvécio Magalhães, doutor em Planejamento de Saúde pela Unicamp, representa o governo do PT, mas não omite aquilo que é verdadeiro: o Crer funciona, atendendo com alta qualidade, e é fonte de inspiração para o país.

É vital que as oposições discutam a ação das organizações sociais nos hospitais públicos de Goiânia — como o Hospital de Urgências (Hugo), o Hospital de Doenças Tropicais (HDT) e o Hospital Geral de Goiânia (HGG). Afinal, o dinheiro é público e o papel das oposições é fiscalizar com rigor e sem elogios fortuitos. A crítica, se pertinente, se contribuir para melhorar e reparar o que está errado, é seminal. Não se melhora nada apenas com elogios e adulações.

No entanto, quando se examina as críticas de setores das oposições, fica-se com a impressão de que os candidatos não sabem direito nem onde ficam as unidades de saúde (é até possível entender isto, pois Iris Rezende e Vanderlan tratam-se em São Paulo. O primeiro fez uma cirurgia no Hospital Sírio-Libanês, o mais caro do Brasil. O segundo fez cirurgia plástica no nariz, lipoaspiração e implante de cabelo nos melhores hospitais do país. Não há nada demais nisto, mas precisam ficar atentos à realidade das pessoas que não têm os mesmos recursos e evitar falar sobre o que conhecem “por alto”). Poderiam e deveriam apresentar uma crítica refinada e consistente ao trabalho das organizações sociais, com a exposição detida das principais falhas e, ao mesmo tempo, das ideias para corrigi-las. O que há, pelo contrário, é um discurso vago que parece não apreender o objeto criticado. Pesquisas com a população indicam que o trabalho das OSs tem sido aprovado. O que a população mais critica é o atendimento nos centros de saúde — os Cais — da Prefeitura de Goiânia. O atendimento básico tem falhado e o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), admite isto, com honestidade, e tem trabalhado para melhorá-lo.

Ao fazer a defesa de Iris Rezende, o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM) — que elogia o Crer e entende de fato de saúde pública — apresenta a alternativa de se criar hospitais regionais. Mas deixa de mencionar que, quando governador, entre 1986 e 1990, Henrique Santillo, um aliado do governador Marconi — do qual foi secretário da Saúde —, introduziu uma ampla política de regionalização da saúde, com a consequente construção de hospitais regionais. Porém, a partir de 1991, quando reassumiu o governo, Iris Rezende — que, rancoroso, tende a tratar adversários políticos como inimigos pessoais — trabalhou para destruir a política implantada por Santillo. Os médicos goianos podem atestar que o Hospital Geral de Goiânia ficou fechado durante anos — nos governos do PMDB — e que só foi reaberto e modernizado pelo governador Marconi. Aliás, um aliado de Ronaldo Caiado, nomeado pelo tucano-chefe, dirigiu o HGG. É óbvio que nem tudo que Iris Rezende fez estava errado, mas saúde nunca foi o forte de seus governos. Sua prioridade absoluta é fazer asfalto.

O calcanhar-de-aquiles da gestão de Gomide em Anápolis é exatamente a saúde. Acrescente-se que a unidade pública de alta qualidade do município é o Hospital de Urgências de Anápolis (Huana), do governo do Estado, muito bem administrado pela Fundação de Assistência Social de Anápolis (Fasa) — segundo médicos e até políticos das oposições. Vanderlan é responsável por uma ação consistente mas não abrangente na área de saúde em Senador Canedo. O prefeito Paulo Garcia “reclama” que muitas pessoas do município buscam a rede pública de saúde de Goiânia.

Ideb e educação

O objetivo deste Editorial é apresentar parte do resultado do Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico (Ideb), mas comentou-se outros assuntos para que se note que o nível de acertos do governo Marconi — ao contrário do que tem afirmado a demagogia de setores das oposições — é sistêmico, é resultado de planejamento, de sincronia de boas ideias. É preciso situar o resultado positivo no Ideb no contexto de outros avanços de uma gestão efetivamente planejada. Nem se falou do crescimento da economia de Goiás — muito superior ao nacional. Os dados são do governo federal, ou seja, não têm a ver com publicidade do governo Marconi.

Tudo indica que o amadorismo e a improvisação não têm mais lugar em Goiás. Marconi, Vanderlan e Gomide acreditam em planejamento, mas Iris Rezende não dá a mínima bola para o assunto. Tanto que, quando pavimentou várias rodovias goianas, no seu primeiro governo, não fazia acostamentos. Arrependeu-se mais tarde e admitiu o equívoco. Vale ressaltar que os méritos de Iris Rezende na ampliação da malha rodoviária de Goiás são imensos e inquestionáveis. Assim como o Fomentar — incentivo fiscal oferecido pelo governo de Goiás (o projeto foi criado pela equipe do economista Flávio Peixoto e Iris Rezende felizmente o encampou, apesar de sua resistência inicial) — foi decisivo para potencializar a industrialização de Goiás. O papel positivo de Iris Rezende na história de Goiás, como agente modernizador, é incontestável. A ressalva é que se tornou um político do passado que insiste em “viver” no presente, como se fosse uma espécie de Drácula da política. Uma possível vitória de Marconi Perillo este ano deve, finalmente, libertar os “escravos” peemedebistas, que, assim, poderão ter alguma chance de disputar o governo de Goiás em 2018. Marconi Perillo pode se tornar, de alguma forma, a Princesa Isabel de calça do PMDB. Vanderlan e Gomide são modernos e jovens, mas não conseguiram formular-se como alternativa a Iris para, em seguida, aproximar-se de Marconi. De algum modo, são “eleitores” de Iris, quando, para chegarem perto do tucano-chefe, teriam de se tornar críticos contundentes do peemedebista-chefe. Com suas críticas amenas, contribuem para Iris cristalizar-se, na opinião pública, como “a” alternativa possível a Marconi. Eles precisavam se consolidar, inicialmente, como alternativas a Iris.

Na educação, dado o corporativismo sindical — que tende a pensar que o melhor para a sociedade não é o melhor para seus líderes —, as oposições tendem a apresentar um retrato negativo do que foi feito pelo governo Marconi. Nem tudo são flores e as demandas do setor são históricas. Mas demandas devem ter em mente também aquilo que a sociedade quer e exige. Pode-se falar, assim, que, se não acertou em tudo — não há recursos financeiros para pagar salários “americanos” ao professorado brasileiro, mas é notório que professores devem e precisam ganhar mais (não pode ganhar menos do que um soldado, por exemplo) —, o governo Marconi investiu, de maneira equilibrada, na reordenação do setor. Além de recuperar a estrutura — os diretores receberam dinheiro do governo e eles próprios comandaram a reforma das escolas —, o governo adotou uma política de valorizar a produtividade do professor e premiou os melhores alunos. Insistamos: há muito por fazer na educação, que é uma eterna construção, mas o governo ao menos saiu do lugar, com novos métodos para melhorar o ensino (o que Iris Rezende, com suas minúsculas gestões “terezinhas” e “márcias”, nunca fez, porque, na prática, dá quase nenhuma importância à educação, exceto em período eleitoral. Ele mal sabe diferenciar o ensino fundamental do ensino médio. Consta que chegou a nomear um “pecuarista” para a Secretaria de Cultura num de seus governos e que não aprecia música erudita e popular. Não sabe, por exemplo, quem são Guiomar Novaes e Villa-Lobos. Seu ídolo cultural é o cantor José Rico — que avalia como “genial”. Iris é da estirpe de políticos que confundem Kafka com comida árabe. Note-se que, quando fala de cultura e educação, as menções são sempre genéricas, sem ideias precisas e singulares a respeito).

O resultado dos recursos e esforços investidos em educação não deve ser medido tão-somente por salários e escolas reformadas. Isto tem sua importância, é claro. Mas o critério fundamental é o resultado final: a qualidade da educação, a maior aprendizagem dos alunos. As estatísticas de um governo, por si sós, não merecem desconfiança. Mas dados externos, apurados por fontes não locais, são tidos como mais relevantes, especialmente pelas oposições. Os dados locais soam como propaganda, especialmente em períodos eleitorais.

Mas os dados do Ministério da Educação são absolutamente insuspeitos — até porque um governo do PT não apresentaria informações “positivas” para “beneficiar” um político do PSDB. Na semana passada, o Ministério da Educação — insista-se: do governo do PT, da presidente Dilma Rousseff — divulgou o relatório do Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico (Ideb). A constatação vai desagradar Iris Rezende, Vanderlan e Gomide, porque eleitoralmente não é bom para o trio, mas o levantamento exaustivo comprova que Goiás é o primeiro colocado nacional do Ideb — com sua nota saltando de 3,6 para 3,8 —, arrancando Santa Catarina da liderança. Goiás era o quinto colocado — um lugar já considerado muito bom. Outro dado sintomático é que as notas de 16 Estados pioraram.

O resultado do Ideb — divulgado pelo Ministério da Educação, quer dizer, pelo governo da petista Dilma Rousseff — mostra aquilo que a sociedade civil percebe, mas as oposições não querem ou não podem ver: a educação pública em Goiás melhorou. Tanto que parte das classes médias está matriculada na rede estadual de ensino. Um dos indicadores de avaliação do Ideb é a chamada taxa de rendimento (que toma como base aprovação, reprovação e abandono escolar). A de Goiás foi considerada “altíssima — a maior do Brasil, com 0,88. Em 2011 já estava alta: 0,83. As notas dos alunos também melhoraram.

As oposições vão fazer ressalvas, e devem fazê-las, mas seria mais honesto, e a população assimilaria de maneira mais adequada, se comemorassem o resultado como resultado de um esforço coletivo dos goianos, ou seja, dos professores, dos alunos, dos diretores, dos pais e, last but not least, do governo Marconi (frise-se que a melhoria não foi geral; em alguns Estados, a educação pública despencou). Desmerecer os índices, se isto for feito, será uma agressão não ao governador Marconi, e sim aos goianos, sobretudo aos alunos e professores.

Os dados divulgados pelo governo da presidente Dilma Rousseff devem ser comemorados por todos os goianos, independentemente de filiação partidária. A melhoria da escola pública, sempre tão criticada, é, quem sabe, a notícia mais alvissareira para os goianos em 2014. Se estivéssemos nos Estados Unidos, na China, no Japão, na Alemanha, na Inglaterra e na França, jornais, televisões, rádios, partidos políticos não estariam falando de outra coisa.

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Erick

2018 – Renovação em Goiás: Gomide, Caiado, Leonardo Vilela…
2018 – renovação no Brasil: Marina, Aecio ou Marconi/Kassab.