A renda média per capita dos goianos superou pela primeira vez os números a nível nacional, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre os 10% mais pobres, em Goiás esse índice é de R$ 257, enquanto no Brasil o valor é de R$ 162.

Além disso, a desigualdade social caiu, o índice de desemprego foi o menor dos últimos nove anos e o número de pessoas em pobreza e extrema pobreza foi reduzido.

No critério de desigualdade social, Goiás recuou de 0,47, em 2018, para 0,456 em 2022, de acordo com o Índice de Gini, aplicado pelo IBGE para medir o grau de concentração de renda. Sendo assim, a economia goiana está como a quarta menos desigual do país.

A quantidade de pessoas resgatadas da extrema pobreza em Goiás ficou em 46 mil de um ano para o outro, com uma redução de 23%. O governador Ronaldo Caiado revelou que o Estado hoje possui 18% de pessoas atendidas em programas sociais. A média no Brasil é de 55% da população.

Os dados mostram também que Goiás tem o menor número de desempregados em nove anos, melhor cenário desde 2014. A taxa de desocupação para o primeiro trimestre de 2023 está em 6,7%, enquanto a média nacional é 8,8%.

O dado reporta um recorde histórico no número de pessoas com alguma ocupação. “Temos o maior número de ocupados da história. O estado de Goiás tem hoje 84% dos domicílios com alguém trabalhando”, ressaltou o secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, dado que supera a média nacional, registrada em 78,1%.

Os indicadores apresentados resultam de informações compiladas em estudos realizados pelo Instituto Mauro Borges (IBM), que considerou dados recentemente divulgados pelo IBGE e Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).