Márcio M. Cunha
Márcio M. Cunha

O legado de Gilberto Marques e os desafios dos novos dirigentes do TJ-GO

Desembargador encerra período de trabalhos prestados com plenário digno de elogios e, sem sombra de dúvida, um dos mais bonitos de todo Judiciário brasileiro

Se alguém duvidada da capacidade e do carisma do Desembargador Gilberto Marques Filho isso afastado com o encerramento de sua gestão com chave de ouro

Se alguém duvidava da capacidade e do carisma do desembargador Gilberto Marques Filho, isso foi afastado com o encerramento de sua gestão com chave de ouro. Com um plenário digno de elogios, sem sombra de dúvida um dos mais bonitos de todo Judiciário brasileiro, e sem custar nada aos cofres públicos, sua gestão sempre será lembrada, principalmente pelos servidores do Poder Judiciário goiano que se renderam à humildade e espontaneidade de Gilberto Marques.

Coincidentemente, presenciei alguns servidores acompanharem o ex-presidente até seu gabinete após a posse do desembargador Walter Carlos Lemes. Verdadeiramente, foi escoltado por alguns servidores e, antes de entrar em seu gabinete Gilberto, mais uma vez foi aplaudido e abraçado. Parecia uma despedida e não deixei de perceber que a emoção tomou conta das pessoas que ali se encontravam.

Numa série de eventos bem programados e prestigiados, tomou posse o desembargador Walter Carlos Lemes, um dos Juízes mais experientes do Estado, com 37 anos de magistratura e um legado de prestação de serviço público com bastante vigor para essa nova fase em sua vida. Ao seu lado ainda tomaram posse os desembargadores Nicomedes Domingos Borges e Kisleu Dias Maciel Filho.

Desembargador Nicomedes Domingos Borges assume a vice-presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO). Nascido em Itumbiara e oriundo da advocacia, juiz por excelência, desempenhará seu mister buscando sempre aperfeiçoar a Justiça de nosso Estado.

O Novo corregedor-geral, desembargador Kisleu Dias Maciel Filho, considerado por muitos um “um verdadeiro lord, gentil, companheiro e capacitado”, é juiz de carreira, com vasta experiência, tendo sido inclusive presidente da Asmego [Associação dos Magistrados de Goiás] e do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO). Tem conhecimento e competência para fazer uma magnífica gestão à frente da Corregedoria.

Além dos dirigentes acima empossados, também farão o papel de gestores no Poder Judiciário goiano o desembargador Carlos Alberto França, que ocupará a função de 1º ouvidor da Justiça em substituição ao desembargador Itamar de Lima, e o suplente do ouvidor, desembargador Guilherme Gutemberg Isac Pinto.

O novo diretor do Foro da comarca de Goiânia, juiz Paulo César Alves das Neves, sendo que foram nomeados Juízes auxiliares da presidência os magistrados Fabiano Abel de Aragão Fernandes, Sirlei Martins da Costa e Cláudio Henrique Araújo de Castro, tendo o presidente Walter Carlos Lemes. Citando a célebre frase do filósofo e intelectual romano Sêneca, “não existe vento favorável para o marinheiro que não sabe aonde ir” aos recém empossados.

O corregedor-geral, desembargador Kisleu Dias Maciel Filho, nomeou como juízes auxiliares da Corregedoria os magistrados Donizete Martins de Oliveira, Algomiro Carvalho Neto e Aldo Saad Sabino de Freitas, formando assim os gestores do Poder Judiciário goiano.

Uma coisa é certa, nosso Tribunal de Justiça tem inúmeros desafios pela frente, mas com a sabedoria dos recém-empossados devemos esperar e confiar num Judiciário mais eficiente e célere.

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