Euler de França Belém
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Veja ainda não ousou pôr na capa a cúpula do PSDB como integrante da corrupção sistêmica do país

A imprensa até publica os problemas de tucanos como José Serra e Geraldo Alckmin, mas sem o destaque que o assunto merece

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin| Foto: Du Amorim/ A2img

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin| Foto: Du Amorim/ A2img

A revista “Veja” ainda não teve coragem suficiente para emplacar a cúpula tucana como partícipe da corrupção sistêmica do país. Na edição passada, no alto da página, chegou a mencionar José Serra e Geraldo “Santo” Alckmin como beneficiários do esquema de corrupção, mas sem o destaque que o assunto merece.

Parecia tudo muito bonito quando apenas o PT, com seus ex-aliados estratégicos, como PMDB, PP e PR, era apontado como partido da corrupção. Agora, com tucanos envolvidos até a medula, parte da imprensa “moita” o assunto. Até publica, mas sem o destaque devido.

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Welbi Maia

Como os próprios delatores relataram, eles nunca estiveram com Alckmin para tratar de doações ou propinas. Ele nunca participou de nenhuma negociação. Todas as contribuições recebidas em campanhas eleitorais disputadas por Alckmin foram devidamente contabilizadas e informadas à Justiça Eleitoral pelos respectivos comitês financeiros cujos membros eram os únicos autorizados a falar em nome do candidato. Definitivamente, não há nada contra Alckmin.

Welbi Maia

Como os próprios delatores relataram, eles nunca estiveram com Alckmin para tratar de doações ou propinas. Ele nunca participou de nenhuma negociação. Todas as contribuições recebidas em campanhas eleitorais disputadas por Alckmin foram devidamente contabilizadas e informadas à Justiça Eleitoral pelos respectivos comitês financeiros cujos membros eram os únicos autorizados a falar em nome do candidato. Definitivamente, não há nada contra Alckmin.