Marcelo Mariano

Reinaldo Azevedo foi o jornalista que melhor soube lidar com Jair Bolsonaro

Pergunta feita durante debate da “RedeTV!” deixou o presidenciável do PSL sem ter para onde correr

Reinaldo Azevedo e Jair Bolsonaro | Fotos: Reprodução

Não adianta. Se perguntar a Jair Bolsonaro (PSL) sobre homossexuais, negros ou mulheres, ele responderá com sua retórica de sempre e se sairá bem diante de seus apoiadores. Não que esses temas sejam irrelevantes — pelo contrário, devem ser debatidos —, mas, para mostrar o que muitos chamam de despreparo do presidenciável do PSL, é preciso ir além.

O jornalista Reinaldo Azevedo, hoje na “BandNews” e na “RedeTV!” — a saída da “Veja” parece que lhe fez bem —, foi quem melhor soube lidar com Jair Bolsonaro durante as eleições. Uma simples pergunta sobre orçamento em um debate deixou o deputado federal do Rio de Janeiro sem ter para onde ir — escolhido para comentar, Ciro Gomes (PDT) teve, inclusive, que alertar o candidato do PSL a olhar para a câmera.

Veja a pergunta a partir de 1:07:43 no vídeo abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=sZox2B5PPCY

 

2 respostas para “Reinaldo Azevedo foi o jornalista que melhor soube lidar com Jair Bolsonaro”

  1. Maria de Lourdes Oliveira disse:

    O CAVALEIRO NEGRO DE CURITIBA

    Assim como o corajoso Promotor de Justiça HARVEY DENT era considerado o CAVALEIRO BRANCO DE GOTHAM CITY, em contraposição ao herói BATMAN, que era considerado o CAVALEIRO NEGRO, por usar seu uniforme todo preto. O futuro Ministro da Justiça SÉRGIO MORO também pode ser considerado o CAVALEIRO NEGRO DE CURITIBA, por usar sempre seus ternos pretos ou de tom escuro e por não usar máscara no combate ao crime assim como também não usava o promotor HARVEY.
    Como nos dias de hoje no Brasil, na época do promotor HARVEY, Gotham City estava tomada pela criminalidade de todo gênero, e o bravo promotor através de medidas legais e de segurança conseguiu combater o crime naquela cidade que parecia perdida pela corrupção, ao ponto de o próprio Batman cogitar que não seria mais necessária sua ação na cidade de Gotham, haja vista a eficiência do promotor.
    O futuro Ministro da Justiça será um bom ministro? Acredito que sim! Ele trará a experiência vencedora no combate a corrupção adquirida na Operação Lava Jato, porém, sua eficiência será limitada apenas aos crimes mais elitizados, da classe alta, tais como: corrupção, organizações criminosas, evasões de divisas, sonegação de impostos, etc. O grosso da criminalidade, que são crimes da classe baixa: homicídios, agressões da Lei Maria da Penha, Feminicídios, crimes passionais, furtos, tráfico de drogas nos bairros pobres e favelas. Esses crimes provavelmente o futuro Ministro da Justiça não conseguirá combater! Por quê? Porque esses crimes não podem ser combatidos com ações e estratégias inteligentes, seja da Justiça, da Polícia, ou de qualquer outro órgão público. Esses crimes das classes mais pobres nascem da loucura, da insanidade das pessoas, de momentos de valentia, crises de ciúme, em que se perde a cabeça, se perde a noção da normalidade, de instintos mais baixos do ser humano.
    Voltando aos exemplos do mundo dos quadrinhos, das histórias de Batman, o maior vilão – CORINGA já dizia que seu estilo de crime funcionava porque era baseado na loucura, no caos. Coringa não respeitava nenhuma regra, nenhuma lei. Suas ações eram imprevisíveis, não seguiam a lógica linear, tão pouco era possível saber a sua motivação. O que ele queria era ver o circo pegar fogo.
    O grande equívoco no combate à criminalidade é imaginar que o criminoso pensa no tamanho da pena que irá cumprir, e pensando nisso acaba desistindo de cometer o crime. Esse é o calcanhar de Aquiles no combate à criminalidade. Essa é uma premissa falsa que não funciona na realidade. No momento de cometer o crime, a maioria dos criminosos não pensa na pena que poderá cumprir, ele não pensa que será pego. E ainda que fosse pego, ele cometeria o crime da mesma forma, porque naquele momento ele está tomado de uma loucura que foge às explicações da normalidade.
    Portanto, é muito provável que o futuro Ministro da Justiça SÉRGIO MORO, se chegar ao final dos seus 4 anos como ministro, perceba que não conseguiu combater a criminalidade como imaginava no início, antes de ser ministro. Que medidas legais e de segurança não são eficazes contra a loucura. Que a sua experiência adquirida na Operação Lava Jato funcionava apenas para crimes praticados pela classe alta, a mesma estratégia não funciona para os crimes das classes mais baixas.
    O combate à criminalidade não depende de ações da Justiça, mas sim de ações da Espiritualidade e da Educação em cada um de nós, desde o nosso nascimento e por toda a vida, para que sejamos pessoas melhores, mais bondosas, conscientes e mais evoluídas a cada dia.

    MARIA DE LOURDES OLIVEIRA
    PSICÓLOGA

  2. jeff disse:

    Esse tal de Reinaldo Azevedo, o cara chato em. Já ouviram as bobagens que ele fala no rádio? Sem falar nas pausas que ele faz: Hân! Hên! Que cara chato.

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