Euler de França Belém
Euler de França Belém

Livro de Eric Hazan revela uma “nova” Paris, a dos escritores, pintores e fotógrafos

Paris nunca deixou de ser uma festa, sabiam os americanos Hemingway e Gertrude Stein

Paris é uma festa, sabiam Hemingway e Gertrude Stein. Esquadrinhada por arquitetos, historiadores, filósofos e escritores, a cidade universal sempre parece dizer alguma coisa a mais. Livros nunca são suficientes para revelá-la, por isso todo ano saem obras tentando explicá-la. No Brasil, o mais recente é “A Invenção de Paris — A Cada Passo uma Descoberta”.

O livro está sendo lançado pela Editora Estação Liberdade, 448 páginas, com tradução de Mauro Pinheiro. O preço é salgadíssimo nas livrarias Cultura e Travessa — 145 reais — e menos salgado na Amazon, 107,80 reais (37,20 reais a menos. Seria dumping?).

Leia a sinopse da editora: “O que as esquinas, as muralhas e as calçadas de Paris contariam, se pudessem falar? E quanto aos ilustres e anônimos que viveram, sonharam e morreram nessas ruas, que tipo de cidade eles cantariam se suas vozes ainda ressoassem pelos séculos? Todas essas vozes, histórias, glórias e tragédias estão em ‘A invenção de Paris — A Cada Passo uma Descoberta’, do historiador francês Eric Hazan.

“Com faro de contador de histórias e rigor de pesquisador, Hazan faz em seu livro uma biografia afetiva e “antioficial” de Paris, passo a passo, século a século, revivendo a história oculta (e, não raro, sangrenta) da capital francesa. O autor produz essa história com base em seu extenso conhecimento da cidade – onde mora desde que nasceu – e também recorrendo aos grandes literatos e artistas que passaram por suas ruas: do épico Victor Hugo ao flâneur poético Baudelaire, das telas de Manet e Degas aos lendários cliques de Brassaï, Atget e Doisneau”.

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