Euler de França Belém
Euler de França Belém

Livro conta a história do balé Bolshoi, que resistiu bravamente ao comunismo

O Bolshoi é tão resistente quanto a obra de Púchkin, Tolstói e Tchekhov

Foto: Divulgação

O comunismo acabou com várias coisas na União Soviética e sua polícia “secreta” chegou a matar escritores, artistas e cientistas. O “stalinismo” chegou a impedir a publicação de livros e não permitiu que Boris Pasternak recebesse o Prêmio Nobel de Literatura pelo romance “Doutor Jivago. Mas felizmente não conseguiu destruir a obra de Púchkin, Tolstói e Tchekhov (as obras dos mortos não incomodavam os reds, tudo indica) e o Bolshoi. Sinônimo de balé em todo o mundo, o Bolshoi passou pelo tsarismo, pelo regime de e pós-Stálin e resiste ao governo de Vladimir Putin. Sua história ganha um registro considerado esplêndido no livro “Bolshoi Confidencial — Os Segredos do Balé Russo Desde o Regime Tsarista Até os Dias de Hoje” (Record, 490 páginas, tradução de Cristina Cavalcanti), de Simon Morrison.
O livro é tido como uma espécie de “bíblia” sobre o Bolshoi.

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