Euler de França Belém
Euler de França Belém

Falta publicar no Brasil livros sobre a Batalha de Kursk

Batalha de Kursk mostrou que as nazistas da Alemanha não eram invencíveis e que os soviéticos eram durões 

O que falta publicar no Brasil, em termos de livros atualizados, sobre a Segunda Guerra Mundial? A Batalha de Kursk, a despeito de ser a mais decisiva, não mereceu nenhum livro exaustivo. Duas sugestões para as editoras: “La Batalla de Kursk — El Gran Choque de Tanques de La Segunda Guerra Mundial” (La Esfera de los Libros, 392 páginas), de Dennis E. Schowalter, e “Kursk 1943 — La Batalla Más Grande de la Segunda guerra Mundial” (Salamina Ediciones, 324 páginas), de Roman Töppel.

A Batalha de Kursk envolveu mais de 3 milhões de soldados, 10 mil tanques de combate, canhões e 8 mil aviões. David M. Glantz escreveu: “Só alguém com as habilidades acadêmicas de Showalter pode decifrar o mito de Kursk a partir da análise dos fatos”. O livro contém, frisa, “um fascinante relato da batalha mais importante na frente oriental”. Victor Davis Hanson, professor de Stanford, anota: “Esta obra é um relato escrito com estilo, engenho e eloquência, baseado em investigações atualizadas realizadas nos arquivos soviéticos e alemães”. Nesta batalha, os soviéticos provaram, mais uma vez, que era possível derrotar o governo nazista de Adolf Hitler. Os militares soviéticos, com seus tanques, puseram as tropas da Alemanha para correr.

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