Não se sabe o número de jornalistas mortos em Gaza, em decorrência de bombardeios das forças armadas de Israel, país que processa uma caçada aos líderes e membros do Hamas, que recentemente invadiram seu território, matando centenas de pessoas.

Fala-se entre sete ou dez mortos e dois desaparecidos — repórteres, cinegrafistas e fotógrafos. Até sábado, 14,  o número mais citado era de sete mortos. Porém, há jornalistas que permanecem desaparecidos. Estão mortos ou feridos. Todos — são palestinos — morreram na Faixa de Gaza, no momento o local mais letal para profissionais da comunicação.

O coordenador do Comitê para a Proteção dos Jornalistas no Oriente Médio, Sherif Mansour, disse: “Em muitos aspectos, os jornalistas mais vulneráveis são os mais necessários. As reportagens são críticas em tempos de crise e a mídia tem um papel vital para desenvolver a divulgação de notícias de Gaza e de Israel ao mundo”.

O fato é que ataques cirúrgicos são mitos e, por isso, vão morrer não apenas líderes e soldados do Hamas. Vão morrer, em larga, civis — entre eles repórteres, cinegrafistas e repórteres-fotográficos.

Lista dos 8 jornalistas mortos

Asad Shamlakh — repórter freelancer.

Hisham Nawajhah (ou Alnwajha)— correspondente da Khabar..

Ibrahim Mohammad Lafi — fotógrafo.

Mohammad El-Salhi — Repórter da agência Fourth Authority.

Mohammad Jarghoun — repórter da Smart Media.

Mohammed Sabboh (ou Sobih) — fotógrafo da Khabar.

Said al Taweel — editor-chefe  do site Al-Khamsa News.

Yaniv Zohar — da agência Israel Hayom.

2 jornalistas desaparecidos

Nidal Al-Wahidi — fotógrafo do canal Al-Najah.

Haitham Abdelwahid — fotógrafo da agência Ain Media