Elder Dias
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E a criancinha “trollou” a repórter

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Imagem do vídeo viral nas redes: jornalista é surpreendida por resposta sincera de menino que preferia jogar videogame a estudar

Circula, principalmente por meio do aplicativo WhatsApp, um curto vídeo, de dez segundos, em que uma jornalista fala ao vivo sobre a falta de professores em uma determinada escola. En­quanto caminha com algumas mulheres e uma criança, ela relata o problema e resolve emendar com a fala de um menino de cerca de 5 ou 6 anos, a quem, então, dirige o microfone: “…porque não dá para ficar em casa só jogando videogame, né João?” A criança responde, de bate-pronto: “Dá!”.

Pautas ao vivo são sempre algo que deixa o repórter com um frio na barriga. Mas muitos profissionais, no afã de se mostrarem simpáticos, alinhados com um jornalismo mais “solto” colaboram para fatalidades como essa. Per­guntar a uma criança dessa idade se ela quer brincar ou ir para a escola, imaginando que ela responderá que prefere estudar, é algo no mínimo temerário. Na gíria das redes, o menino “trollou legal” a repórter.

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