Euler de França Belém
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Adalberto Queiroz derrota Nelson Figueiredo, mas não se torna imortal da AGL

O poeta obteve 18 votos e o professor ficou com 14. Mas o bardo precisava de 19 votos para se tornar membro da Academia Goiana de Letras

Adalberto Queiroz comemora, com escritores e amigos, sua vitória na AGL

O professor Nelson Figueiredo e o poeta e jornalista Adalberto Queiroz disputaram a vaga do professor e crítico literário José Fernandes na Academia Goiana de Letras (AGL) na quinta-feira, 30. Adalberto Queiroz ganhou, mas não levou.

Não houve, claro, nenhuma irregularidade, pois obedeceu-se, à risca, as regras da AGL. Adalberto Queiroz conquistou 18 votos e Nelson Figueiredo, 14. Se tivesse recebido 19 votos, o bardo passaria a ser nomeado de “imortal”, merecidamente, porque é excelente poeta (à espera de críticas categorizadas, não apologéticas), desses que dialogam com a tradição mas não são mimetizadores.

O poeta, biógrafo, pesquisador e jornalista Iúri Rincon Godinho não pôde comparecer à votação, porque está em São Paulo a trabalho. Ele era eleitor de Adalberto Queiroz.

A vaga de José Fernandes fica aberta e tanto Adalberto Queiroz quanto Nelson Figueiredo não poderão participar novamente da disputa. Exceto de outra vaga.

Com sua fleuma habitual, Adalberto Queiroz não ficou nada irritado, “por ganhar e não levar”, porque, na verdade, foi muito bem votado.

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Adalberto de Queiroz

Perfeito relato da situação, caro Euler.

João Alberto Neves

Sugiro, na minha ingenuidade, que a AGL mude seu regimento e permita recandidaturas, ao invés de excluir quem quase chegou lá.