No mês passado, o jornal londrino “Evening Standard” publicou uma reportagem da jornalista local Beril Naz Hassan na qual o título inquiria: “Quais as nações mais racistas?”

A jornalista publicava uma pesquisa conduzida pelo World Values Survey, uma organização mundial de cientistas que se dedica a pesquisas de valores e costumes em cerca de 100 países, e decodificada pelo Kings College London.

A enquete buscava saber o percentual dos habitantes dos países pesquisados que admitiam restrições racistas. O leitor, que como todos nós vive em meio a informações e desinformações, por certo se surpreenderá com o resultado. Entre os 24 países estudados e comparados, são os mais racistas:

1 – Irã (42%)

2 – Rússia (32%)

3 – Japão (30%)

4 – China (26%)

5 – Grécia (26%)

6 – Marrocos (23%)

7 – Coreia do Sul (22%)

8 – Egito (20%)

9 – Polônia (19%)

10 – Itália (18%)

11 – Filipinas (17%)

12 – Indonésia (17%)

13 – México (14%)

14 – Espanha (13%)

15 – Nigéria (13%)

16 – França (10%)

17 – Austrália (9%)

18 – Canadá (9%)

19 – Estados Unidos (8%)

20 – Noruega (5%)

21 – Inglaterra (5%)

22 – Alemanha (4%)

23 – Brasil (3%)

24 – Suécia (3%)

Nada disso foi ou será publicado por nossa “grande imprensa”. É preciso dizer algo mais?