Do Leitor
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“Não aprovar a PEC dos Gastos Públicos é chamar de volta Dilma Rousseff e o PT”

Lourival Batista Pereira Júnior

Em relação à PEC 55/2016 [número, no Senado, da proposta de emenda constitucional 241/16, que foi aprovada na Câmara dos Deputados na semana passada], assim como as famílias e empresas, o governo federal, governos estaduais e municipais devem viver dentro de um limite de gastos, ou seja, dentro de um orçamento que objetive diminuir o déficit fiscal e, finalmente, um dia eliminá-lo. A recessão mais longa que o Brasil está vivendo agora é causada principalmente pelo descontrole total dos gastos públicos, que só neste ano causará um déficit de R$ 180 bilhões, em previsões otimistas. Isso significa que o governo federal, sozinho, gastará R$ 180 bilhões a mais do que arrecadará. Esse rombo é fechado com mais empréstimos contraídos pelo governo federal, aumentando a dívida pública da União, que, por sua vez, mantém os juros do Brasil nas alturas, reprimindo a atividade produtiva de todo o País.

O raciocínio é muito simples. Quando uma família ou empresa gasta além das suas receitas, o remédio é gastar menos, viver dentro das suas possibilidades, equilibrando as contas; e em um segundo momento, quando a receita aumentar, o padrão de gastos pode ser aumentado.O governo federal deve seguir a mesma receita, pois não pode se endividar ilimitadamente, comprometendo toda a saúde da economia nacional, como já está acontecendo há três anos.

Não aprovar a PEC de limite de gastos do governo é equivalente a chamar de volta os causadores de todo esse desastre econômico – Dilma e o PT –, pois significa manter a mesma política irresponsável de gastar muito acima da capacidade arrecadatória do governo e condenar famílias e empresas a financiar um governo perdulário, inconsequente e criminoso.

Há três, anos famílias e empresas vêm reduzindo suas despesas em função do quadro de profunda recessão, que vem reduzindo a receita dessas famílias e empresas, enquanto o governo federal gasta muito além das suas receitas e atua como principal causador do pior momento econômico que o País já atravessou em sua história. O momento é de equilíbrio de contas, receitas e despesas para o governo. Famílias e empresas já vêm fazendo sua parte ajustando as contas e se sacrificando há tempos. Agora é hora de governo federal, governos estaduais e municipais fazerem sua parte.

Haverá sacrifícios de todos os setores do governo. A verdade é que o governo federal se tornou muito maior do que o Brasil que trabalha consegue sustentar. O que temos hoje é um governo doente, que sangra com o descontrole de gastos e arruína a economia nacional. É hora de ajustar o tamanho do governo ao tamanho do Brasil. Somente com essa etapa vencida é que poderemos almejar um crescimento sustentável para o nosso tão combalido País.

Lourival Batista Pereira Júnior é empresário.

“O ‘Capita’ era a segurança moral da defesa da seleção”

Leandro Tex

Sobre a morte de Carlos Alberto Torres, o curioso é que seu irmão gêmeo morreu há um mês. Seria uma programação do DNA? Com relação ao jogador, assisti à Copa de 70, fazia bolão (não para saber se o Brasil ia ganhar, mas qual seria a goleada). O “Capita” era, digamos, a segurança moral da defesa. Ele, Piazza e Brito “espantavam” qualquer ataque. O gol dele contra a Itália na final era ensaiado exaustivamente. O montinho artilheiro deu o toque final. [“Carlos Alberto, o ‘Capita’, num time de feras, como Pelé e Tostão, conseguiu se destacar”, Jornal Opção Online]

Leandro Tex é jornalista e corretor de imóveis.

“O futebol brasileiro deve sua fama àquele time da Copa de 70”

Everaldo Leite

Eu não consigo sentir a emoção que os torcedores da época sentiram ao assistir aquela seleção da Copa de 70, principalmente nos estádios. Nasci em 1971 e meu nome é Everaldo, um tipo de homenagem a um dos que fizeram a alegria do país. O que foi bom, porque a outra chance era a de me chamar Emílio, por conta da outra alegria que foi o chamado “milagre brasileiro” [o general Emílio Garrastazu Médici foi o presidente do Brasil entre 1969 e 1974, considerados os “anos de chumbo” da ditadura militar].

Tenho certeza que o futebol brasileiro deve sua fama atual àquele time (o de Zico, em 1982, também foi muito amado, mas perdeu feio), que ainda chama a atenção quando falece algum dos grandes nomes que vestiram a camisa amarela.

Everaldo Leite é economista e professor nas Faculdades Alves Faria (Alfa).

“O coronel Edson Araújo não aceita irregularidades”

Luiz Gonzaga Barros Carneiro

O coronel Edson Araújo é um homem público respeitado. Na gestão dele, não aceita irregularidades, manda apurar e punir, não tem medo de represálias no exercício da função pública. Quem já trabalhou com ele, como eu, sabe muito bem de seu perfil profissional, de honestidade e de rigor com o zelo da coisa pública. O pessoal que com ele trabalha deve ter cuidado, trabalhar com seriedade, probidade e de forma rigorosa, pois ele não brinca em serviço. Se derem condições para ele, podem ter certeza de que ele resolve tudo.

Conheço-o desde quando chegou ao Centro do Formação e Aperfeiçoamento (CFA) para frequentar o Curso de Formação de Oficiais (CFO). É alguém que fala sério, cobra, é exigente e duro nas suas tomadas de decisões. Aprendi a ler até mesmo seus pensamentos, quando dava ordens; com isso, aprendi muito com ele e trouxe comigo, agora na reserva, muitos ensinamentos. Um governo que se preza não desfaz de sua capacidade. [“Servidores são presos por esquema de corrupção na penitenciária de Aparecida de Goiânia”, Jornal Opção Online]

E-mail: [email protected]

“Padre Ruy, um ser humano de muito valor”

Gilvane Felipe

Ruy Rodrigues da Silva, o Padre Ruy, era um ser humano de muito valor, muito prestativo e sempre disposto a orientar a todos que buscavam o conhecimento. Eu o admirava demais e o tinha como mentor e amigo. Infelizmente, só soube de seu falecimento após o sepultamento, por um amigo comum que mora em Palmas. Nunca me esquecerei de seu exemplo. [“O humanista Ruy Rodrigues lutou pela educação em Goiás, África, França e Tocantins”, Jornal Opção Online]

Gilvane Felipe é superintendente de Desenvolvimento Urbano, Políticas Habitacionais e de Saneamento da Secretaria Estadual de Cidades e Meio Ambiente (Secima).

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