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Marcos Nunes Carreiro

Bill O’Dwyer assume a SIC com a missão de captar investimentos

Bill O’Dwyer é o novo titutar da SIC: encargo expresso do governador / Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Bill O’Dwyer é o novo titutar da SIC: encargo expresso do governador / Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Em um auditório lotado, com servidores do governo, autoridades, empresários e embaixadores — Wilfried Grolig, da Alemanha; Sudaryomo Hartosudarmo, da Indonésia; e Juerg Leutert, ex-embaixador da Suíça —, o empresário anapolino, William O’Dwyer, o Bill, tomou posse como o novo secretário de Indústria e Comércio de Goiás. A solenidade foi na terça-feria, 29.

Na presença de sua família — sua mulher, Anne, seus três filhos, genros e nora, além de seu sobrinho —, Bill agradeceu a oportunidade de estar à frente da SIC. Agradeceu, sobretudo a seu pai, Waldyr O’Dwyer — conhecido como capitão Waldyr —, que foi lembrado por todos os discursantes, inclusive pelo governador, como um dos pioneiros na luta pela industrialização em Goiás.

Os dois secretários anteriores a Bill, Rafael Lousa — que volta ao cargo de superintendente executivo da SIC — e Alexandre Baldy, discursaram brevemente, sempre lembrando os benefícios que o governo Marconi concedeu a Anápolis. Aliás, essa foi uma manifestação repetida por todos que discursaram — Pedro Alves, da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg); Luiz Medeiros, da As­sociação Co­mercial e Industrial de Anápolis (Acia); etc. Para arrematar, o próprio governador falou sobre o número de investimentos do governo na cidade: R$ 700 milhões. O objetivo, claro, é recuperar a confiança do anapolino no governo estadual e contabilizar essa confiança em votos.

Em seu discurso, Marconi foi claro: “Quero dizer que a escolha de Bill para a secretaria é uma homenagem aos empreendedores anapolinos. Nós estamos investindo muito naquele município. E a indicação de um empresário de Anápolis resgata, também, um compromisso que fiz em 2010. Eu disse que manteria a SIC nas mãos de um anapolino. E assim tenho feito.”

A respeito daquilo que espera de seu novo secretário, o governador foi direto e, mesmo em meio ao discurso, não se furtou a já delegar tarefas: “Sua primeira tarefa é ‘amassar barro’ em Brasília, conversando com todos os embaixadores, sobretudo os dos países mais expressivos economicamente, apresentando as potencialidades de Goiás. Secretário de Indústria e Comércio não pode ficar sentado em seu gabinete em Goiânia. Tem que viajar. E tenho confiança em sua capacidade nesse sentido”, disse Marconi, aproveitando a presença dos embaixadores, principalmente a do alemão, país que, segundo Marconi, tem importância estratégica para Goiás do ponto de vista comercial por ser o país europeu com maior desenvolvimento econômico.

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