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Semana do Cinema começa nesta quinta-feira, 28, com ingressos a R$ 10 em Goiânia

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Compositor da Netflix e Amazon apresenta concerto gratuito em Goiânia

Arlam já compôs trilhas para Netflix, Amazon Prime e mais de 50 jogos digitais, além de atuar na produção musical do filme “Turma da Mônica – Lições” (2021)

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CULTURA
Show gratuito de Humberto & Ronaldo abre programação do Goiânia + Humana

Apresentação ocorre nesta sexta-feira, 29, a partir das 19h; no sábado, 30, e domingo, 31, stand da Secult oferece karaokê, exposição de artes visuais e show de mágica com Palhaço Preguinho

Literatura
Veja 7 livros eróticos inteligentes que vão te fazer pensar

Esqueça os clichês de romances eróticos com protagonistas que parecem saídos de uma propaganda de perfume e cenas que soam como receitas instantâneas. A literatura sensual pode, e deve, ser provocadora, filosófica e emocionalmente complexa. Em 2025, a leitura quente não precisa ser rasa. Pensando nisso, selecionamos cinco obras que misturam erotismo com densidade literária, explorando temas como poder, identidade, submissão e liberdade. São livros que fazem o leitor suar e pensar: às vezes ao mesmo tempo.

Prepare a taça de vinho, coloque aquela playlist de jazz com R&B e mergulhe em histórias que vão muito além da tensão sexual. São narrativas que desafiam convenções, exploram os limites do desejo e deixam marcas profundas na mente e no corpo.

Esses cinco títulos provam que literatura erótica pode ser muito mais do que cenas explícitas. São obras que desafiam o leitor a refletir sobre os limites do corpo, da mente e das emoções. Em 2025, vale a pena trocar os romances rasos por narrativas que provocam, instigam e deixam marcas duradouras. E se alguém perguntar o que você está lendo, diga que é pela trama. A gente finge que acredita.

1. A História de O (1954), de Pauline Réage

Publicado sob pseudônimo, este clássico francês causou furor ao retratar a jornada de uma mulher que se entrega voluntariamente à submissão sexual. A protagonista, conhecida apenas como “O”, é levada a um castelo onde passa por rituais de dominação física e psicológica. O livro, que inspirou debates sobre feminismo, liberdade e identidade, foi escrito por Dominique Aury — uma intelectual francesa que revelou sua autoria apenas décadas depois.

  • Tema central: submissão voluntária, amor e identidade
  • Curiosidade: inspirou o documentário Écrivain d’O, que revela a história por trás da autora
  • Onde ler: edição brasileira disponível na Amazon

2. O Amante (1984), de Marguerite Duras

Vencedor do Prêmio Goncourt, este romance autobiográfico narra o envolvimento entre uma adolescente francesa e um rico comerciante chinês na Indochina colonial. Com uma prosa fragmentada e poética, Duras explora o desejo, a desigualdade social e os conflitos familiares. A autora revisita suas memórias com melancolia e intensidade, transformando o erotismo em uma experiência existencial.

3. A Vênus das Peles (1870), de Leopold von Sacher-Masoch

Inspirado por experiências pessoais, este romance é considerado a origem do termo “masoquismo”. A história entre Severin e Wanda revela uma relação marcada pela dominação feminina e submissão masculina, explorando os limites entre prazer e dor. A obra é rica em referências clássicas e filosóficas, tornando-se um marco da literatura erótica europeia.

4. Me Chame Pelo Seu Nome (2007), de André Aciman

Ambientado na Itália dos anos 1980, o romance acompanha o despertar sexual e emocional de Elio, um adolescente que se apaixona por um visitante americano. A narrativa é delicada, sensual e profundamente introspectiva, explorando o desejo homoafetivo com lirismo e honestidade. A obra inspirou o filme homônimo indicado ao Oscar, dirigido por Luca Guadagnino.

  • Tema central: descoberta sexual, identidade e perda
  • Destaque: considerado um dos romances LGBTQ+ mais sensíveis da literatura contemporânea
  • Onde ler: edição brasileira pela Intrínseca

5. Paixão Simples (1992), de Annie Ernaux

Com apenas 64 páginas, Ernaux entrega uma narrativa crua e intensa sobre um caso com um homem casado. A autora, vencedora do Nobel de Literatura em 2022, disseca a obsessão amorosa com precisão cirúrgica, revelando como o desejo pode consumir a rotina, a razão e até a identidade.

6. Pornô Chic (2014) – Hilda Hilst 

A obra reúne os quatro títulos, totalmente ilustrados, e o inédito “Fragmento Pornográfico Rurale Fortuna Crítica" que aborda a polêmica fase erótica de Hilst. A leitura de Pornô Chic revela o quanto Hilst pode ser irônica, debochada e divertida sem perder o refinamento. Aos 60 anos, a autora expressou surpresa diante das críticas moralistas à suas "Adoráveis Bandalheiras".

A edição física pode ser encontrada na Amazon

7. A Casa dos Budas Ditosos – de João Ubaldo Ribeiro

É uma narrativa provocadora e bem-humorada que acompanha os relatos de uma senhora baiana de 68 anos sobre suas experiências sexuais ao longo da vida. Com linguagem direta e sem pudores, o livro desafia convenções sociais e morais, celebrando o prazer e a liberdade feminina. A obra faz parte da coleção “Plenos Pecados” e representa o pecado da luxúria, explorando o erotismo com inteligência, sarcasmo e uma dose generosa de irreverência.

Tema central: luxúria e liberdade sexual feminina
Destaque: narrativa ousada, íntima e cheia de ironia sobre os tabus do prazer
Onde ler: edição física está disponível na Amazon

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Academia Brasileira de Cinema revela lista de filmes que podem representar o Brasil na corrida pelo Oscar 2026

A disputa para representar o Brasil no Oscar 2026 começou oficialmente. Nesta quinta-feira, 14, a Academia Brasileira de Cinema divulgou os filmes inscritos para concorrer à vaga de Melhor Filme Internacional, categoria vencida este ano pelo emocionante drama “Ainda Estou Aqui”.

A seleção nacional é considerada um dos momentos mais aguardados do calendário cinematográfico brasileiro, e a expectativa é alta após a vitória histórica de Walter Salles, que levou o Oscar de Melhor Filme Internacional com sua última produção.

Entre os destaques estão O Agente Secreto, um thriller político que vem ganhando atenção internacional; Homem com H, uma releitura contemporânea da masculinidade brasileira; e O Último Azul, drama poético que conquistou prêmios em festivais europeus.

Com uma seleção diversa e promissora, o Brasil se prepara para mais uma tentativa de conquistar a estatueta dourada. A expectativa é que o escolhido tenha força para repetir o feito de Walter Salles e emocionar o mundo com o talento do cinema nacional.

A seleção passam por duas etapas: 1) a pré-lista com seis títulos será anunciada em 8 de setembro; e a 2) escolha final do representante brasileiro acontece em 15 de setembro. O filme escolhido será o candidato oficial do Brasil na corrida pelo Oscar 2026, representando o país na categoria de Melhor Filme Internacional.

Confira os filmes inscritos:

  • A Melhor Mãe do Mundo
  • A Praia do Fim do Mundo
  • Baby
  • Homem com H
  • Kasa Branca
  • Malu
  • Manas
  • Milton Bituca Nascimento
  • O Agente Secreto
  • O Filho de Mil Homens
  • O Último Azul
  • Oeste Outra Vez
  • Os Enforcados
  • Retrato de um certo oriente
  • Um lobo entre os cisnes
  • Vitória

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