Crime
A ação apurava comercialização e distribuição de bebidas falsificadas
Dupla de homens encapuzados efetuou seis disparos contra as vítimas
Murakami deve cumprir pena de nove anos de prisão
“Os assassinos chegaram de motocicleta, mais ou menos no mesmo horário e no mesmo local. Até a compreensão física deles é similar. Esse é o contexto que nos fazem acreditar, que tenha ligação", afirmou o delegado responsável pelo caso
Animais estavam confinados em ambientes fechados
Outros suspeitos que participaram do crime foram identificados e presos no último final de semana.
Homem liga para a polícia exigindo devolução de R$ 150 por drogas não entregues em Jaraguá
Suspeitos adentraram armados no estabelecimento
Animais foram localizados em Jaú, Cariri e Peixe, municípios do Tocantins
Feminicídio ocorreu após o autor voltar de uma pescaria com a testemunha do caso
Ao todo, foram cumpridos 20 mandados judiciais em Goiânia
O caso da professora Márcia Zaccarelli Bersaneti, condenada por matar a filha recém-nascida em 2018, ganha um novo capítulo com a decisão da Justiça de conceder prisão domiciliar a detenta. A decisão veio da análise de recurso em trânsito que deve ser julgado em breve em alegar que Mácria sofre de um câncer agressivo, com histórico de cirurgias para retirar o tumor.
A defesa destacou a decisão como “acertadíssima” em nota à imprensa e foi assinada pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, alegando motivos “humanitários” para basear a decisão.
Em 2018, a Justiça condenou Márcia a 18 anos e 8 meses de prisão pelo homicídio de uma criança recém-nascida que ocorreu em 2011. O crime só foi descoberto em 2016, cinco anos depois, quando a Polícia Civil de Goiás (PC-GO) encontrou os restos mortais de uma criança e começou a investigar.
Márcia foi presa preventivamente em 2016 após as diligências, mas responde o crime em liberdade desde então. O motivo da morte foi pela real paternidade da criança, que foi fruto de um relacionamento extraconjugal com outro indivíduo. A condenação, contudo, não é definitiva, como lembrou a defesa, e ainda restam recursos que podem diminuir a pena para serem julgados. Porém, o Ministério Público de Goiás pediu para que a pena fosse cumprida provisoriamente.
Na época, a professora alegou que a morte foi acidental devido uma briga entre a professora e o ex-marido que tinha conhecimento da paternidade da criança. “Ele tentou a todo custo retirar a minha filha dos meus braços, e eu apertava ela contra o meu peito para protegê-la. Ficamos um tempo nessa briga até que fomos para casa. Quando eu cheguei, percebi que minha filha não estava mais respirando”, afirmou.
A Justiça absolveu a acusação de ocultação de cadáver, contudo, o juiz entendeu que houve “frieza” e “crueldade” por parte da acusada ao defender que a morte não foi acidental. “[O homicídio] exigiu frieza desta [condenada], uma vez que ela, de forma cruel, tampou o nariz da própria filha recém-nascida, causando-lhe a morte.”
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