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GLOBO DE OURO
Valorização do cinema brasileiro vem de fora para conquistar os daqui de dentro

Produções brasileiras ainda patinam quando se fala de ser consumida pelos compatriotas

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Quando a inteligência artificial vira ameaça à democracia

Vídeos falsos com aparência real, áudios clonados de candidatos, imagens fabricadas e textos produzidos em escala industrial já não são exceção, são estratégia

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A contradição da esquerda brasileira diante da queda de Maduro

Em diversas cidades onde há comunidades venezuelanas, a esperança de um futuro mais livre e próspero substituiu a resignação — uma reação que deveria ter mais voz no debate público brasileiro

Manifestantes invadiram Congresso, STF e Palácio do Planalto em 8 de janeiro | Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
Opinião
Três anos do 8 de janeiro: a tentativa de golpe não foi esquecida, mas tentam relativizar

Não foi protesto. Não foi excesso retórico. Foi tentativa de golpe de Estado

Mabel precisa conquistar confiança dos vereadores para ampliar emendas impositivas

Valores destinados à Prefeitura de Goiânia aumentaram, mas associações ainda dominam quase 90% do orçamento

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Quem pode suceder Bolsonaro quando a herança política virou um fardo?

Sobra, então, Flávio Bolsonaro. Não por virtude extraordinária, mas por exclusão

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O ditador que devia pagar pelos crimes contra a humanidade: Nicolás Maduro

A aventura nacionalista iniciada por Hugo Chávez ansiava por justiça social por meio de medidas que já se afastavam das boas práticas econômicas

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IA do Grok gera imagens sexualizadas de crianças e mulheres sem consentimento e acende alerta sobre violência

Ferramenta de edição de imagens lançada pela inteligência artificial integrada ao X levanta alerta sobre violência digital, ausência de salvaguardas éticas e reforço da misoginia no ambiente online

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Retrocesso
Mudanças na aposentadoria aliviam as contas públicas, mas penalizam os trabalhadores mais vulneráveis

As mudanças à aposentadoria serão boas para o equilíbrio fiscal do país, mas, se consideradas do ponto de vista dos trabalhadores comuns, tendem a ser um retrocesso

Foto: Reprodução
MUDANÇA
Ano Novo! Vida Nova!?

Buscar um futuro significativo perpassa por reorganizar a vida no hoje e só assim abrir espaço para as novas possibilidades

OPINIÃO
Estamos perto do fim do ano, mas longe do fim da violência contra as mulheres 

Somente neste mês de dezembro, pelo menos cinco casos ganharam a mídia local

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Lula bate os próprios recordes: governo registra déficit de R$ 20,17 bi em novembro

Os números fiscais de novembro de 2025 não são apenas preocupantes: eles escancaram a fragilidade da gestão financeira do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O déficit primário de R$ 20,2 bilhões em um único mês, quase cinco vezes maior que o registrado em novembro de 2024, é um retrato de um governo que gasta sem disciplina e sem planejamento.

A comparação com as expectativas do mercado é ainda mais reveladora. O Prisma Fiscal projetava um déficit de R$ 12,7 bilhões, mas o resultado veio quase o dobro. No acumulado de janeiro a novembro, o rombo já alcança R$ 83,8 bilhões, superando os R$ 67 bilhões do mesmo período de 2024. Não se trata de um acidente de percurso, mas de uma tendência consolidada.

O contraste entre arrecadação e despesa mostra a contradição central da gestão: a receita líquida cresceu 2,9%, mas as despesas avançaram 3,4%. O Tesouro e o Banco Central até registraram superávit de R$ 244,5 bilhões, mas a Previdência Social afundou as contas com um déficit colossal de R$ 328,3 bilhões. É a máquina previdenciária, somada à política de reajustes e expansão de benefícios, que corrói qualquer tentativa de equilíbrio.

Entre os gastos, destacam-se os Benefícios Previdenciários (+R$ 36,4 bilhões) e o aumento de Pessoal e Encargos (+R$ 13 bilhões). O governo insiste em reajustes e ampliações sem contrapartida, enquanto cortes pontuais em programas como o Bolsa Família (-R$ 16,2 bilhões) são insuficientes para conter a escalada.

O resultado é inequívoco, arrecada-se mais, mas gasta-se ainda mais rápido. O déficit de novembro de 2025 é o maior rombo para meses de novembro desde 2023, naquele ano, o resultado negativo foi de R$ 41,71 bilhões. Lula não apenas repete erros de gestões anteriores, como os transforma em recordes de irresponsabilidade.

O discurso de responsabilidade fiscal se dissolve diante da prática de déficits crescentes e da incapacidade de enfrentar o verdadeiro problema, uma Previdência insustentável e um Estado que se expande sem medir consequências.

Em tempos de incerteza econômica, insistir nesse caminho é mais que imprudência, é condenar o país a carregar uma dívida cada vez mais pesada. Lula bate recordes, sim, mas são recordes de desequilíbrio e de falta de coragem política para enfrentar a realidade.

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A fé que oprime: cristãos conservadores sempre escolhem o lado errado da história

Debate sobre trabalho e direitos no Brasil é permeado por discurso religioso e machismo institucionalizado

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O que é necessário para termos uma boa política em 2026

A cultura é um dos principais motores da política, sem dúvida, mas há provas que indicam que as instituições estatais modelam a sociedade

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Quando o cargo público vira arma contra a democracia

Caso envolvendo Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, é emblemático desse tipo de ameaça silenciosa