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O Governo do Mato Grosso lamentou por meio de nota oficial o falecimento do produtor rural Jamil Mendes Ferreira, irmão do governador do Mato Grosso, Mauro Mendes (UB). Jamil morreu na manhã desta quinta-feira, 31, em uma fazenda no distrito de Interlândia, região rural de Anápolis. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros, que recebeu a ocorrência pelo 193 por volta das 10 horas, e pela Secretaria de Comunicação de Mato Grosso (Secom-MT).
Segundo os Bombeiros, quando as viaturas chegaram no local, Mendes já estava morto embaixo do trator. O acidente aconteceu na Fazenda Sobradinho e de acordo com informações preliminares, Mendes operava o trator, mas ainda não se sabe o que provocou o acidente. O irmão do governador do Mato Grosso levava uma vida discreta. A família ainda não se pronunciou.
Em nota, o governo de Mato Grosso lamentou o falecimento de Jamil Mendes, aos 65 anos. “Jamil sofreu um acidente na zona rural de Anápolis, no Estado de Goiás. Ele deixa esposa e um casal de filhos. O governador segue para Anápolis aonde irá acompanhar o velório e o enterro do irmão. Ainda não foi definido o local do velório”, apontou a nota. O governador Mauro Mendes, até o momento, não se manifestou publicamente sobre o assunto.
Ronaldo Caiado
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), também se manifestou em relação ao falecimento do irmão de seu colega governador. “Foi com profunda tristeza que Gracinha e eu recebemos a notícia do falecimento do produtor rural Jamil Mendes Ferreira, irmão do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, ocorrido nesta quinta-feira (31/7), em um trágico acidente na zona rural de Anápolis (GO)”, afirmou.
“Nos solidarizamos com toda a família, especialmente com o amigo Mauro Mendes, a quem estendemos nosso abraço e orações. Que Deus conforte a todos neste momento de dor”, finalizou.
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Goiânia está entre as seis melhores capitais brasileiras no Índice de Progresso Social (IPS Brasil) de 2025. A pesquisa é considerada o mais completo indicador socioambiental do país e mede a capacidade dos munícipios de atender às necessidades básicas da população, com ênfase em resultados concretos, e não em volume de investimentos. Segundo o indicador, Goiânia obteve nota 68,10. O resultado coloca a Capital à frente do Rio de Janeiro, com 66,10, Fortaleza, com 64,44, e Salvador, com 61,42.
No âmbito estadual, o município lidera o ranking em Goiás. O levantamento foi elaborado com base em 57 indicadores sociais e ambientais. A metodologia considera três dimensões: necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades, e doze componentes, como acesso à moradia, saneamento, saúde, educação e inclusão.
Liderança regional
No comparativo entre as capitais do Centro-Oeste — Goiânia, Brasília, Cuiabá e Campo Grande — Goiânia lidera em cinco dos doze componentes avaliados:
| Componente | Nota de Goiânia | Posição Regional |
| Água e Saneamento | 92,00 | 1º |
| Moradia | 94,84 | 1º |
| Acesso ao Conhecimento Básico | 80,38 | 1º |
| Acesso à Educação Superior | 75,16 | 1º |
| Acesso à Informação e Comunicação | 77,43 | 1º |
Esses resultados refletem a qualidade dos serviços públicos, a infraestrutura urbana e o desempenho educacional da capital.
Educação e inclusão
A educação é um dos pilares do progresso social em Goiânia. A cidade apresenta os melhores índices regionais tanto no acesso à educação básica quanto superior, o que indica não apenas a permanência dos alunos nas escolas, mas também maior empregabilidade após a graduação.
Outro ponto forte é a inclusão social, com nota 39,02 — superior à de Brasília (26,38). Esse indicador avalia políticas voltadas à equidade de gênero, raça e direitos de grupos vulneráveis.
Saúde, meio ambiente e segurança
Goiânia também mostra desempenho positivo em áreas essenciais para o bem-estar da população:
- Nutrição e Cuidados Médicos Básicos: 73,00 pontos
- Saúde e Bem-estar: 58,33 pontos
- Oportunidades: 55,66 pontos
- Qualidade do Meio Ambiente: 65,69 pontos
- Segurança Pessoal: 54,27 pontos
Os dados revelam avanços na oferta de serviços de saúde preventiva, preservação ambiental e ações voltadas à segurança pública.
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O ministro dos Transportes, Renan Filho, anunciou que o governo Federal estuda acabar com a obrigatoriedade de frequentar autoescola para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A proposta, já finalizada pelo ministério, será apresentada ao presidente e visa reduzir custos e facilitar o acesso à habilitação.
Segundo Renan Filho, o Brasil é um dos poucos países que exige carga horária mínima de aulas para realizar os exames. Com a mudança, o candidato poderá aprender a dirigir por outros meios e, se aprovado nos testes teórico e prático, obterá a CNH sem precisar passar por autoescola.
Com mais de 15 mil empresas no país, o setor movimenta até R$ 12 bilhões por ano. O ministro prevê resistência, mas acredita que a eficiência será o diferencial para sobrevivência no novo modelo. As afirmações foram feitas ao C-Level Entrevista, um videocast semanal da Folha de São Paulo.
Redução de custos
Atualmente, o processo de habilitação custa entre R$ 3.000 e R$ 4.000, dependendo do estado. O novo modelo pode reduzir esse valor em até 80%, tornando o acesso mais viável para pessoas de baixa renda e facilitando a entrada no mercado de trabalho.
Como funcionaria
- O candidato escolheria quantas aulas deseja fazer.
- Poderia contratar instrutores autônomos credenciados.
- O uso de carros particulares seria permitido para o treinamento.
- A obrigatoriedade está em resolução do Contran e pode ser alterada por ato do Executivo, sem passar pelo Congresso.
O aprendizado fora de vias públicas seria permitido, mas dirigir sem habilitação em vias abertas continuaria sendo infração. A mudança começaria pelas categorias A (motos) e B (carros), com impacto futuro na formação de motoristas profissionais para caminhões e ônibus.
Exemplos internacionais
Países como Inglaterra e Estados Unidos já adotam modelos mais flexíveis, sem exigência de aulas formais para maiores de idade. A proposta busca combater desigualdades. Renan Filho comparou o modelo atual à exigência de cursinho obrigatório para entrar em universidade pública, criticando o alto custo como barreira social. Em cidades médias, até 40% das pessoas dirigem sem habilitação. Entre mulheres, 60% não possuem CNH, muitas vezes por priorização masculina nas famílias.
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