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O PSD de Vilmar Rocha tanto pode apoiar José Eliton quanto Maguito Vilela em 2018

O peemedebista saiu na frente e quer o PSD na chapa majoritária. Na base aliada, por enquanto o PSD é tratado como patinho feio

Se bancar Maguito Vilela para o governo, PMDB dará a José Eliton o discurso do novo

Daniel Vilela pode até ter índices menores nas pesquisas, mas, como elemento da renovação, pode crescer durante a campanha

A base aliada acabou? Não. Mas alguns de seus integrantes sugerem que há uma crise

Deputados governistas são frequentes interlocutores de Daniel Vilela em Brasília

Benedito Torres vai enfrentar candidato de Lauro Machado no Ministério Público

Na disputa pela Procuradoria Geral do MP-Goiás, Benedito Torres, da oposição, disputa contra Rodney Silva, da situação

Projeto número um de Iris Rezende é eleger Iris Araújo para deputada federal em 2018

O prefeito de Goiânia, ao menos no momento, está pouco preocupado com os projetos políticos de Ronaldo Caiado e Maguito Vilela

Wilder Morais pode ser vice de José Eliton na eleição para o governo em 2018

O presidente do PP pode abrir espaço para Lúcia Vânia ou para Vilmar Rocha [caption id="attachment_85294" align="aligncenter" width="620"] Wilder Morais, Vilmar Rocha e Lúcia Vânia | Fotos: reprodução e Jornal Opção[/caption] Para possibilitar a recomposição da base aliada, o senador Wilder Morais, presidente do PP, poderá mudar seu projeto. O empresário opera para garantir sua reeleição. Entretanto, ante a possibilidade de divisão da base governista, pode abrir espaço para a senadora Lúcia Vânia, do PSB, ou para o ex-deputado Vilmar Rocha, do PSD. Um deles seria o candidato a senador ao lado governador Marconi Perillo. Fora da disputa da disputa pelo Senado, Wilder Morais ocuparia uma vaga na chapa majoritária, como vice de José Eliton, que deve ser o candidato a governador de Goiás em 2018. O quadro está definido? Não. Mas abre-se uma nova possibilidade.

Um empresário pode ser candidato a governador de Goiás em 2018

Os três nomes mais citados são André Rocha, Carlos Luciano e César Helou

Vereador diz que Luiz Felipe e Jorcelino Braga estão em guerra por verba publicitária da prefeitura

O vereador do PMDB garante que o marqueteiro quer mandar na Comunicação, mas o secretário decidiu que manda na secretaria

Thiago Peixoto garante que não voltará a assumir cargo no governo de Goiás

[caption id="attachment_80225" align="alignleft" width="620"] Thiago Peixoto durante comissão da Câmara | Foto: Lucio Bernardo Junior / Câmara dos Deputados[/caption] O deputado federal Thiago Peixoto, do PSD, desmentiu, em conversa com o Jornal Opção, que tenha qualquer pretensão de retornar ao governo de Goiás. “Nenhuma” — assim definiu a possibilidade de retornar à gestão de seu aliado e amigo Marconi Perillo, o tucano que governa o Estado. Depois de ter passado por secretarias, em duas gestões do governador Marconi Perillo, Thiago Peixoto frisa que pretende permanecer na Câmara dos Deputados, com o objetivo de ganhar mais experiência na política nacional. Um aliado do parlamentar, líder do PSD, afirma que, ficando fora do governo, Thiago Peixoto terá mais liberdade de ação, inclusive para conversar em várias frentes políticas. Se voltar ao governo, do ponto de vista político, ficará engessado.

Presidente do PHS aposta que o PSDB vai bancar Geraldo Alckmin para presidente

O governador de São Paulo pode ter um vice do PMDB e tende a contar com o apoio do PSB de Márcio França

Paulo Magalhães atropela Iris Araújo e fala diretamente com Iris Rezende

[caption id="attachment_83766" align="alignleft" width="620"] Paulo Magalhães, na Câmara | Foto: Alexandre Parrode/ Jornal Opção[/caption] “Barrado” por Iris Araújo, quando tentava falar com o prefeito de Goiânia, Iris Rezende, o vereador Paulo Magalhães, uma força da natureza, nem tomou conhecimento. Discutiu em alto e bom e “atropelou” a ex-deputada e falou com o alcaide durante alguns minutos.  Magalhães não aceita fazer parte de “pacote” para apoiá-la em 2018.

Iris Rezende monta na Prefeitura de Goiânia a República dos Processados

[caption id="attachment_45115" align="aligncenter" width="620"] Wesley Batista, diretor afastado do Dale, em depoimento à CCJ | Foto: Divulgação[/caption]

Com a indicação de Wesley Batista da Silva (para a chefia de gabinete do Imas, que, com a indicação de Sebastião Peixoto, estaria se tornando um ímã para atrair denunciados), que havia sido denunciado ao Ministério Público Federal pelo vereador Elias Vaz e pelo ex-vereador Djalma Araújo, por suposto desvio de merenda das escolas públicas, o prefeito de Goiânia, Iris Rezende, está constituindo a República dos Processados.

O ex-prefeito Paulo Garcia, que foi visto pelas ruas de Goiânia de bermuda e camiseta, provavelmente está rindo de orelha a orelha.

Com tantos denunciados, e até processados na prefeitura, é que se percebe o quanto Iris Rezende está isolado e não conseguiu renovar o seu grupo político e administrativo.

Sindicatos da Prefeitura de Goiânia protestam contra ida de Sebastião Peixoto para o Imas

[caption id="attachment_39735" align="alignleft" width="148"] Foto: divulgação[/caption]

Os 12 sindicatos ligados à Prefeitura de Goiânia estudam a divulgação de uma nota repudiando a indicação de Sebastião Peixoto para a direção do Imas.

Os líderes sindicais afirmam que, quando passou pelo Imas, Sebastião Peixoto foi responsável por vários problemas — sobretudo dívidas.

Sebastião Peixoto é pai do deputado Bruno Peixoto e do vereador Wellington Peixoto. Mais blindado, portanto, impossível.

Andrey Azeredo quer instalar processo seletivo para a escolha de estagiários. Vereadores não querem

[caption id="attachment_84316" align="aligncenter" width="620"] Andrey Azeredo na mesa diretora | Foto: Fernando Leite[/caption]

O presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Andrey Azeredo (PMDB), examina a possibilidade de acabar com o q.i. (quem indica) para determinados cargos (os chamados estágios). O q.i. seria substituído por um processo seletivo, ao estilo do Ministério Público.

O problema é que a maioria dos vereadores é contra a medida moralizadora. Alegam que não vão colocar pessoas que não são de confiança nos gabinetes. Ora, o que teriam a esconder?