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Reinaldo Barreto diz que Cairo Peixoto “dançou” porque subestimou o prefeito Paulo Garcia

[caption id="attachment_3241" align="alignleft" width="250"]bas9 Reinaldo Barreto[/caption] O ex-secretário de Finanças da Prefeitura de Goiânia Reinaldo Barreto diz que seu sucessor, Cairo Peixoto, “caiu rápido porque subestimou publicamente o prefeito Paulo Garcia, que comanda a cidade há três anos, ao dizer que ele não tinha informação sobre a difícil situação financeira municipal. Freitas anunciou medidas que já estavam em andamento, como a criação do Cadin e o projeto de recebimento da dívida ativa, como se fossem iniciativas suas. É um boquirroto”. Um petista, menos moderado do que Reinaldo Barreto, embora prefira o anonimato, chama o ex-secretário de “Parvo de Desfeitas”. “Na verdade, apresentado como o homem que sabia das coisas, Parvo está desatualizado, anacrônico. Ele parou no tempo. Não entendeu que os métodos modernos de gestão de finanças têm pouco a ver com aqueles que empregava na gestão de Darci Accorsi., há duas décadas.” Não procede, porém, que Peixoto, o secretário-meteoro, estaria com depressão e tomando medicamentos controlados. Ele já estaria beirando os escritórios políticos de Júnior Friboi e de Vanderlan Cardoso.

OAB Forte pode apostar em Macalé ou Pedro Paulo Medeiros para presidente da instituição

bas6O grupo de Henrique Tibúrcio, Miguel Cançado e Reinaldo Barreto, entre outros, não definiu o nome do candidato a presidente da OAB-Goiás, sugerindo que a eleição será realizada daqui a um ano.

Mesmo assim, a situação, o grupo OAB Forte, aposta nos seguintes nomes: Sebastião Macalé, Flávio Borges, Reginaldo Martins e Pedro Paulo Medeiros.

Diferentemente do Escorpião Plebeu, Jeovalter Correia é eficiente e discreto

bas3Diferentemente de Cairo Peixoto, o “Escorpião Plebeu” — no dizer de petistas —, o novo secretário de Finanças da Prefeitura de Goiânia, Jeovalter Correia, é, além de eficiente, discreto. O prefeito Paulo Garcia fez uma escolha decente e inteligente.

Jeovalter Correia trabalhou no governo de Marconi Perillo e, ao contrato de Cairo Peixoto, não criou problemas.

Júnior Friboi quer Iris Rezende ou Iris Araújo para o Senado

[caption id="attachment_3236" align="alignleft" width="310"]Iris Araújo: a deputada é firme e pode não aceitar a composição com Friboi Iris Araújo: a deputada é firme e pode não aceitar a composição com Friboi[/caption] Costuma-se dizer que o ex-governador Iris Rezende é mais flexível e que a deputada federal Iris Araújo é mais radical. De fato, o ex-prefeito de Goiânia é mais tolerante, ouve mais e busca composições. A parlamentar é mais arrojada e, quando não gosta, não gosta mesmo e, se necessário, faz cara feia. A peemedebista, que deve disputar a reeleição, não gostou do fato de que Júnior Friboi atropelou Iris Rezende e que este não recebeu a solidariedade dos principais líderes do PMDB. Há aqueles que dizem que a resistência do peemedebismo a Iris Rezende é uma forma de rejeitar Iris Araújo. Puro pretexto. Há muito que grupos do partido queriam arrancar o ex-ministro do comando, mas faltavam-lhe tutano. Com a filiação de Júnior Friboi, que criou uma estrutura poderosa dentro do partido, praticamente tornando-o uma célula do friboizismo, aqueles que queriam afastar Iris criaram coragem. Ao impedir a candidatura de Iris Rezende ao governo, o grupo de Friboi, do qual participam Maguito Vilela, Pedro Chaves, Marcelo Melo, reduziu sua força política. Mas o candidato precisa dos dois Iris. Portanto, Friboi vai trabalhar para que um dos Iris seja candidato a senador em sua chapa. Se não for o Rezende, poderá ser a Araújo. Iris Araújo tem vontade de ser senadora, mas resta saber se o grupo vai aceitar aliar-se a Friboi, acolhendo uma postulação vista como consolação, ou se vai marcar presença, mostrando-se independente. Por ser empresário — e muitos empresários tendem a avaliar que tudo, no reino da mercadoria, está à venda —, Friboi avalia que será fácil dobrar os dois Iris. Não será. O que Friboi quer, de fato, é Iris Rezende empenhado 100% em sua campanha. E sabe que se não estiver na chapa majoritária, ou se Iris Araújo não estiver, Iris pode até apoiá-lo, mas não será um apoio convicto, com forte presença

Um grupo de iristas pode apoiar Antônio Gomide para governador de Goiás

Um grupo de iristas não vai fazer alarde, mas vai trabalhar e votar no pré-candidato do PT a governador de Goiás, Antônio Gomide. Iristas dizem que Gomide, candidato leve, é visto como o “novo” e simboliza a “mudança”. Poderá ser o candidato do tostão contra o milhão (Júnior Friboi). Ideologicamente, os iristas estão distantes de Gomide. Mas a antipatia por Júnior Friboi é crescente. O empresário é visto como o político que levou peemedebistas históricos a traírem Iris Rezende. Durante anos, Goiânia ficou conhecida por sua limpeza e por suas ruas arborizadas. Agora, dada a cobertura da mídia nacional, está se tornando conhecida como “cidadão-lixão”. Não será fácil recuperar a boa imagem de outros tempos. Embora seja um político limpo, a própria imagem de Paulo Garcia está profundamente arranhada. Ele se tornou o Judas de uma cidade que não tem papas na língua. Há quem, inclusive, lamente não ter votado em Jovair Arantes (PTB), o candidato derrotado, em 2012, pelo petista.

Atropelar Iris Rezende foi a primeira grande vitória de Júnior Friboi

Uma coisa é certa: o empresário Júnior Friboi está se tornando um político obstinado e duro. Instado a jogar a toalha, sob intensa pressão do irismo, não apenas não desistiu da luta e, como se fosse uma espécie de Roy Nelson — o lutador americano de MMA que nocauteou o brasileiro Minotauro —, jogou pesado e atropelou Iris Rezende. Derrotar Iris, praticamente aposentando o principal líder do PMDB — pelo menos em termos de disputa para o governo do Estado —, foi o primeiro grande trunfo de Friboi. Fica evidenciado que o empresário não tem medo de enfrentar políticos poderosos, com ampla história. Para seus aliados, foi uma prova de coragem. “Foi a primeira vez que Iris Rezende foi derrotado internamente e de maneira vexatória”, afirma um friboizista. “Júnior pediu para que, a partir de agora, tratemos Iris com carinho e respeito, com o objetivo de atrai-lo para a chapa majoritária, como candidato a senador”, acrescenta. Depois de derrotar Iris, Friboi e seus aliados acreditam que, com um trabalho de Hércules, será possível vencer Marconi Perillo. O problema é que os eleitores não compõem um exército de mercenários...

Sandro Mabel e João Campos devem terçar forças pela Prefeitura de Aparecida de Goiânia em 2016

O que há de comum entre os deputados federais Sandro Mabel, do PMDB, e João Campos, do PSDB? Simples: ambos querem ser candidatos a prefeito de Goiânia, em 2016, mas possivelmente acabarão disputando a Prefeitura de Aparecida de Goiânia. Mabel é católico e Campos é evangélico. Há dois cenários. Se o governador Marconi Perillo for reeleito, Campos será um candidato fortíssimo, com estrutura farta. No entanto, se Júnior Friboi for eleito, a estrutura será de Mabel. Este enfrenta um problema: em Aparecida, o vice-prefeito Ozair José, do PT, garante ter o apoio do prefeito Maguito Vilela, do PMDB, para disputar a prefeitura. Em Goiânia, o PMDB pode bancar Iris Rezende ou Agenor Mariano. João Campos não tem rival de porte em Aparecida, porém, se Marconi foi eleito, seu candidato a prefeito de Goiânia tende a ser o presidente da Agetop, Jayme Rincon, que, de avião como gestor, está se tornando um avião político.

Marconi Perillo volta a sonhar com política nacional e pode disputar Presidência pelo PSDB ou pelo PSD

Atravessando um bom momento político, com a recuperação da imagem e crescimento da popularidade, o governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, voltou a sonhar com a política nacional. Se for reeleito este ano, Marconi vai trabalhar, dependendo do cenário, para disputar um mandato nacional. Se Aécio Neves, pré-candidato do PSDB a presidente da República, for eleito, em 5 de outubro, o tucano goiano tende a disputar mandato de senador em 2018. No entanto, se Aécio for derrotado, pretende colocar seu nome à disposição para ser candidato daqui a quatro anos. Se encontrar resistência no PSDB, Marconi poderá ser candidato a presidente pelo PSD de Gilberto Kassab.

Rogério Troncoso deve bancar Aluzair Rosa ou Tércio Menezes para deputado estadua

Com 32 mil eleitores, Mor­rinhos costuma lançar vários candidatos a deputado estadual e, por isso, nenhum se elege. Este ano não deverá ser diferente. O prefeito Rogério Troncoso (PTB) deve bancar o vereador Aluzair Rosa, do PP, ou o vice-prefeito Tércio Menezes, do PPS. Aluzair é tido como carismático. Apesar da pressão do pré-candidato a governador pelo PMDB, Júnior Friboi, o peemedebista Tiago Mendonça decidiu não disputar mandato de deputado estadual. Por isso, Friboi deve bancar o vereador Wellington José de Souza (PMDB), o Tom do Supermercado. De fora, devem ter votos em Morrinhos Marquinho do Privê (PSDB), Chiquinho Oliveira (PHS) e Afrêni Gonçalves (PSDB).

Paulo Garcia recua e aceita ajuda de Marconi para limpar a cidade. Tucano agiu como estadista

Orientado por Iris Rezende (PMDB), o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), sempre rejeitou o apoio do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Com o problema do lixo acumulado nas ruas, o petista aceitou a ajuda do tucano. O governo do Estado vai ajudar a limpar a capital goiana. Mais: agindo como estadista, Marconi evitou a exploração política.

PHS avalia que pode eleger de três a cinco deputados estaduais. Na lista Jean Carlos e Marcelo Augusto

[relacionadas artigos="3158"] O PHS avalia que tem condições de eleger de 3 a 5 deputados estaduais na eleição de 5 de outubro deste ano. O presidente nacional do partido, Eduardo Machado, lista alguns nomes, mas acrescenta que poderia citar outros: “Nós temos 82 pré-candidatos”. Nomes dos favoritos: Jean Carlos, Marcelo Augusto, professor Dalson Borges, Chiquinho Oliveira, Capitão Wayne (ou major Belelli). “Nós vamos com chapa pura.”

PHS acha que vai eleger pelo menos um deputado federal. Pode ser Felipe Cortez, Edivaldo da Cosmed ou Eduardo Machado

O PHS aposta todas as suas fichas que vai eleger pelo menos um deputado federal nas eleições deste ano. “Como o cociente eleitoral deve ser de 162 mil votos, o partido tem condições de eleger pelo menos um parlamentar”, afirma seu presidente nacional, Eduardo Machado. [relacionadas artigos="3157"]

O PHS vai bancar pelo menos cinco candidatos que, juntos, têm condições de conquistar mais de 160 mil votos: Felipe Cortez, Edivaldo da Cosmed, Major Belelli (ou o Capitão Wayne), Eduardo Machado, Mauro Bento Filho.

“Nós vamos com chapa pura”, afirma Eduardo Machado. “Com a chapa pura, vamos eleger alguém do PHS, e não precisa ser eu. Ficarei contente se conseguirmos eleger um deputado federal, não importa o nome.”

Marconi Perillo conversa com Armando Vergílio mas não fecharam acordo político

O governador Marconi Perillo conversou demoradamente com o deputado federal Armando Vergílio, presidente do Solidariedade.

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O tucano-chefe disse a Armando Vergílio que, independentemente das posições políticas de ambos, deveriam preservar a amizade.

A conversa foi extremamente cordial. Mas os dois não fecharam, pelo menos por enquanto, nenhum acordo político.

Frederico Jayme diz que Gilberto Naves não deve ser candidato a deputado estadual

Líderes políticos de Goianésia dizem que o ex-prefeito Gilberto Naves vai disputar mandato de deputado estadual, atendendo convocação do pré-candidato a governador do PMDB, Júnior Friboi.

Na sexta-feira, 2, o Jornal Opção ouviu Frederico Jayme, um dos principais aliados de Gilberto. “Até onde sei, Gilberto não será candidato a deputado estadual.”

O prefeito Misael Oliveira deve apoiar três candidatos a deputado. Mas o preferido é Túlio Sérvio

O prefeito de Senador Canedo, Misael Oliveira (PDT), hipotecará apoio a pelo menos três candidatos a deputado estadual. Porém, o nome de seu coração é do médico Túlio Sérvio.