Inúmeros países criticaram as invasões e ataques de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ocorridas neste domingo, 09, em Brasília. Os atos de terrorismo e vandalismo vistos em prédios públicos, como o Congresso Nacional, Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF), repercutiram negativamente ao redor do mundo. Sendo que alguns classificaram o movimento antidemocrático até como uma tentativa de golpe de Estado. 

Para o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a situação foi resumida como “ultrajante”. Ao lado do conselheiro de Segurança Nacional, Jake Sullivan, os dois condenaram as ações e qualquer “tentativa de fragilizar a democracia”. Eles ainda afirmaram que o país acompanhará a situação no Brasil de perto.

Já o presidente do Conselho Europeu da União Europeia (UE), Charles Michel, declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ao mesmo tempo, Roberta Metsola, presidente do Parlamento Europeu, demonstrou preocupação com o ocorrido em Brasília.

O chanceler alemão Olaf Scholz ainda considerou os ataques como “intoleráveis”. Ao mesmo tempo, a primeira-ministra da Itália, Georgia Meloni, considerou a invasão como imbatível com a democracia. Pedro Sánchez e Emmanuel Macron, presidentes da Espanha e França respectivamente, ainda expressaram apoio a Lula.

Já na América Latina, o México e a Argentina consideraram os ataques como uma tentativa de “golpe de Estado”. Assim como o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que declarou que o “fascismo decidiu dar um golpe”, por meio de sua conta no Twitter. 

Parceiros do Brasil por meio do BRICs, China e Rússia também condenaram os ataques, ao mesmo tempo que se opuseram às invasões, os dois países também declararam apoio a Lula.