Um adolescente de 17 anos, apreendido na noite desta terça-feira pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) por suspeita de participação na chacina do Distrito Federal (DF), foi liberado na madrugada desta quarta-feira, 25, pela corporação. Ele é apontado como um dos envolvidos no assassinato de 10 pessoas de uma mesma família.

O jovem confessou aos agentes que recebeu R$ 2 mil de outros suspeitos para ajudar os “comparsas” a praticarem o crime. Ele alegou que esteve no cativeiro onde parte das vítimas estiveram. Essas informações, no entanto, não foram confirmadas pela Polícia Civil até o momento.

Ele chegou a ser encaminhado para a Delegacia da Criança e do Adolescente da região da Asa Norte, no DF. De acordo com os policiais, o garoto foi levado até a unidade porque acumulava dois mandados de roubo contra ele. Ao chegar na delegacia, os agentes descobriram que esses mandando haviam expirado no dia 21 deste mês. Sendo assim, o adolescente foi liberado.

A Polícia Civil de Minas Gerais e o Instituto Médico Legal de Belo Horizonte identificaram nesta quarta-feira os dois corpos encontrados carbonizados na semana passada em um carro no município de Unaí. Os cadáveres são de Renata Juliene Belchior e de sua filha, Gabriela Belchior de Oliveira, vítimas da chacina no Distrito Federal que deixou ao menos 9 mortos, todos da mesma família.

O carro onde os corpos foram encontrados estava no nome do marido de Renata, Marcos Antônio Lopes de Oliveira, de 54 anos, que chegou a ser apontado como um dos possíveis mandantes do crime. A versão, apresentada por Horácio Carlos Ferreira Barbosa, um dos presos na investigação apontado como executor do crime, foi posta em xeque após o corpo do próprio Marcos Antônio ser encontrado esquartejado e enterrado no quintal de um casa que serviu de cativeiro para os criminosos em Planaltina (DF).

O carro onde os corpos foram encontrados estava no nome do marido de Renata, Marcos Antônio Lopes de Oliveira, de 54 anos, que chegou a ser apontado como um dos possíveis mandantes do crime. A versão, apresentada por Horácio Carlos Ferreira Barbosa, um dos presos na investigação apontado como executor do crime, foi posta em xeque após o corpo do próprio Marcos Antônio ser encontrado esquartejado e enterrado no quintal de um casa que serviu de cativeiro para os criminosos em Planaltina (DF).

A identidade do corpo de Gabriela foi confirmada após os legistas terem acesso ao DNA de Marcos Antônio, em cooperação com a Polícia Civil do DF. Na chácara onde o corpo de Marcos foi achado, policiais encontraram documentos e anotações que continham dados de contas bancárias das vítimas.
Até o momento, outros dois homens além de Horácio foram presos nas investigações. São eles Gideon Batista de Menezes, de 55, e Fabrício Silva Canhedo, de 34 anos. Um quarto suspeito, tido como um dos executores, segue foragido (Carlomam dos Santos Nogueira, vulgo Carlinhos, de 26 anos).