União do Solidariedade é uma ilusão criada por Armando Vergílio

Armando Vergílio: ainda tentando persuadir o partido a ficar com o PMDB | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Armando Vergílio: ainda tentando persuadir o partido a ficar com o PMDB | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

“Não nos procuraram. Apenas informaram sobre a aliança.” É o que diz uma liderança do Solidariedade no interior sobre a aliança com o PMDB, que levou o partido a ocupar a vice na chapa majoritária encabeçada por Iris Rezende. Esse membro do partido, que não está só em suas indagações, informou que o presidente da sigla em Goiás, Armando Vergílio, ainda está tentando convencer o partido sobre a aliança com o PMDB.

A situação é tal, que lideranças e membros com cargos políticos, principalmente vereadores, querem apoiar outros candidatos. O nome de Antônio Roberto Gomide, governadoriável do PT, foi citado por alguns. Eles dizem que podem seguir o que o partido decidir, mas não irão entrar na campanha e pedir votos para Iris. Uma atitude bastante semelhante à de alguns membros do DEM de Ronaldo Caiado, que já afirmaram que apoiarão Marconi Perillo à reeleição.

Fora isso, membros da base aliada informam que Armando está pegando pesado com os candidatos a deputado estadual para apoiar a candidatura de seu filho, Lucas Vergílio, que disputará vaga na Câmara Federal. Carlos Antônio, candidato de Anápolis, por exemplo, parece ser um que está resistente em apoiar a candidatura de Lucas. Acontece que o anapolino irá coordenar a campanha de Armando em Anápolis.

E assim vai a chapa — chamada colorida, devido às tantas bandeiras diversas que agregou — PMDB-SDD-DEM, entre outras. Onde isso vai dar, só outubro dirá.

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