Solidariedade quer fazer entre cinco a oito prefeitos em Goiás

Armando e Lucas Vergílio são, juntamente com o deputado Carlos Antonio, os cabeças da articulação do Solidariedade nos municípios visando 2016

Armando e Lucas Vergílio são, juntamente com o deputado Carlos Antonio, os cabeças da articulação do Solidariedade nos municípios visando 2016

O Solidariedade (SD), partido que esteve na chapa do PMDB nas eleições de 2014, está se articulando pelo Estado com o intuito de lançar candidaturas no máximo de municípios e fazer o partido crescer. O objetivo da legenda é eleger de cinco a oito prefeitos. Cidades como Ni­que­lândia e Rubiataba são apontadas como duas onde o partido chegará forte em 2016.

O SD deverá ter candidatura própria em Trindade, por exemplo, cidade que conta o um tucano na prefeitura — Jânio Darrot — e que terá uma já quase certa candidatura do PDT — será a deputada federal Flávia Morais ou seu marido, George Morais.

Há três nomes articulando as candidaturas pelo Estado: o presidente estadual do SD, Ar­mando Vergílio — que dividiu chapa ao governo com Iris Rezende em 2014; o vice-presidente e deputado estadual, Carlos Antonio; e o deputado federal Lucas Vergílio.

Cabe ao último cuidar de Trin­dade, o que gerou inclusive especulações de que ele poderia ser candidato na cidade. Contudo, tanto o deputado quanto outros políticos afastam completamente a ideia de que ele disputará a qualquer prefeitura. Pelo contrário: continuará na Câmara Federal, on­de exerce seu primeiro mandato.

Já Carlos Antonio é pré-candidato em Anápolis, seu berço eleitoral, e cidade em que o SD participa do governo do prefeito João Gomes (PT) — tem uma secretaria e todos os vereadores apoiam o petista. Isso poderia atrapalhar a possível candidatura do deputado? Para ele, não. “Admito que posso abdicar, desde que indique o vice. O que queremos é fazer o partido crescer”, diz Carlos.

A questão, segundo Carlos, é que esta é a primeira eleição municipal do SD, que foi criado em 2013. “Veja em Goiânia: temos três vereadores, mas todos vieram para o partido vindo de outras siglas”, afirma o deputado se referindo a Djalma Araújo (ex-PT), Cida Garcêz e Paulo Ma­galhães (ambos saídos do PV).

Falando na capital, como fica o SD em Goiânia, cidade onde Iris já tem candidatura praticamente confirmada e o vice, ao que tudo indica, deverá ser apontado pelo senador Ronaldo Caiado? Aparen­temente, Armando Vergílio já teria comentado a possibilidade de repetir a chapa que disputou o governo, isto é, Iris na cabeça e Armando na vice. Porém, a informação não é confirmada nem por Armando nem por Carlos.

Assim, o deputado afirma: “Te­mos, sim, um pré-acordo com o PMDB para caminharmos juntos no máximo de cidades possível. No caso de Goiâ­nia, não temos problema em apoiar Iris, mesmo se não pudermos indicar o vice. O que queremos é o total apoio para nossa chapa de vereadores. Como já disse, o que interessa é que o partido cresça”.

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