A escolha do vereador Lucas Kitão (PSD) para ser o porta-voz do bloco Vanguarda foi uma das estratégias do grupo para dar visibilidade aos ataques do bloco à mesa diretora da Câmara de Goiânia. Na manhã do último dia 25, Kitão foi à tribuna durante a sessão plenária para cumprir a missão de bombardeio.

Exatamente uma semana depois, na última quarta-feira, 1º, vieram as demissões: 129 comissionados demitidos e 39 servidores efetivos dispensados de funções gratificadas de confiança, salários que, somados, chegam a R$ 1 milhão. “Foi o preço do silêncio de Kitão”, afirmou um vereador da base aliada do prefeito.

De acordo com interlocutores, os ataques de Paulo Magalhães (União Brasil), outro integrante do Vanguarda, a Anselmo Pereira (MDB) foram “a gota d’água ” que o prefeito Rogério (Republicano) precisava para realizar as demissões.

(A.B)