Após as demissões em massa de servidores indicados pelos vereadores do Vanguarda, o prefeito Rogério Cruz (Republicanos) deve reconstruir a participação dos parlamentares em sua base. A restauração do relacionamento será condicionada, no entanto, ao fim do bloco.

Criado em novembro de 2022, o Vanguarda se propunha a auxiliar o prefeito na votação de projetos na Câmara de Goiânia, funcionando como um partido. “Quando os vereadores se armaram para barganhar com o Paço Municipal e a atacar a base do prefeito no Legislativo, o Vanguarda deixou de ser uma legenda para ser uma facção”, explicam interlocutores.

Rogério chamará os vereadores do bloco para conversas individuais nos próximo dias. A dificuldade maior está justamente na retomada das conversações com Igor Franco (Solidariedade), líder do bloco, e Lucas Kitão (PSD): “O prefeito está bastante magoado com eles”, afirma um dos interlocutores do prefeito com quem a reportagem conversou (A.B).