Roberto Naves pode liderar maior frente política da história de Anápolis

Frentão com projeto que casa 2020 com 2022 terá Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia como principais bases eleitorais

O prefeito de Anápolis, Roberto Naves (PTB), faz uma gestão eficiente, ajustando as contas e aos poucos sendo assimilada pela população. Como não é populista, não pegou de imediato. Mas, em apenas dois anos e três meses de vida política — não é um profissional do ramo e não vive só de fazer política —, começa a se consagrar. Os eleitores já dizem, espontaneamente, que se a trata, acima de tudo, de um administrador, de um político que faz e faz bem feito.

Do ponto de vista estritamente eleitoral, há uma movimentação que tem sido mal apontada pela imprensa. Roberto Naves pode capitanear uma maiores alianças políticas da história de Anápolis em 2020, daqui a um ano e seis meses.

Sondado por vários partidos, como PP, MDB e DEM, além de outros, é provável que Roberto Naves deixe o PTB. Mais: uma frente política ampla, com PP, MDB, PTB  — e vários outros partidos, talvez até o PSL —, deve bancar sua reeleição. Por três motivos. Primeiro, ele ajustou a máquina, colocando as contas em dia e consertando o caos administrativo deixado pelo PT (que criou a farsa marqueteira de que administrou bem, o que não procede). Segundo, com a casa em ordem, será mais fácil avançar. Terceiro: entregar a prefeitura, agora ajustada, ao PT, a maior máquina de corrupção do país (o presidente Lula da Silva está preso e seu ex-ministro da Fazenda esteve preso), será um pecado contra Anápolis e os anapolinos.

O senador Vanderlan Cardoso, o ex-ministro Alexandre Baldy, o deputado federal Adriano do Baldy, o presidente do MDB, Daniel Vilela, o ex-governador Maguito Vilela, o presidente do MDB em Anápolis, empresário e dentista Márcio Correia, devem se unir e pedir votos para Roberto Naves em Anápolis. Será uma corrente do bem contra o partido mais corrupto da história do país, o PT. Não se está dizendo que o deputado Antônio Gomide é corrupto, e sim que seu partido, que financiou campanhas políticas por todo o país, é uma máquina corrupta. A Operação Lavo Jato desmontou o esquema do PT e pôs na cadeia Lula da Silva, Antônio Palocci, José Dirceu, Delúbio Soares (de Goiás) e João Vaccari Neto, entre outros.

Roberto Naves, por ser um político agregador, tem o apoio tanto do presidente da República, Jair Bolsonaro, quanto do governador Ronaldo Caiado, do DEM. Antônio Gomide não teria o apoio de Ronaldo Caiado, com o qual não conversa, por considerá-lo de direita, nem de Jair Bolsonaro, também considerado de direita pelo PT. Uma vitória de Roberto Naves agrega, não deixa Anápolis isolada. Uma vitória de Antônio Gomide deixaria Anápolis isolada e cercada. Já está difícil construir com o apoio dos governos federal e estadual, imagine sem o apoio.

O frentão de 2020, que começaria por Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia, desaguaria em 2022, com um candidato a governador forte e com apoio nas principais cidades.

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PIERRE MAGALHAES DE LIMA

Acho difícil, a administração dele é fraca !