Rainha inglesa dá o exemplo e proíbe plástico no Palácio de Buckingham

A intenção de Elizabeth é que as novas medidas sejam, a médio prazo, aplicadas em estabelecimentos públicos

Costuma-se dizer que, na prática, a teoria é outra: o que se diz não se faz, o que se faz não se diz. Há ambientalistas jogam papel no chão, não seleciona o próprio lixo e usam automóveis que gastam mais combustível e poluem mais o meio ambiente. Mudar é doloroso, por isso é mais cômodo adotar o discurso da mudança, quer dizer, de que é preciso mudar o comportamento coletivo, antes do individual. Pois a rainha do Reino Unido, Elizabeth Alexandra Mary Windsor, de 91 anos, decidiu dar o exemplo e baniu plásticos do Palácio de Buckingham e de outros imóveis da realeza.

Depois de ter visto um documentário que mostra o impacto dos materiais plásticos na natureza, a rainha Elizabeth determinou uma mudança de conduta radical no palácio real.

A rainha Elizabeth manteve longa conversa com o naturalista David Attenborough, diretor do documentário “Blue Planet II” (“Planeta Azul 2”), e avaliou que era hora de mudar. Atente-se: a nobre nasceu em 1926 — há quase 100 anos — e se mantém atualizada com as pesquisas científicas sobre a preservação da natureza.

O jornal inglês “Independent” informa que “as garrafas de plástico vão passar a ser proibidas nos locais referidos, sendo que os fornecedores reais só poderão utilizar pratos de porcelana e copos de vidro e copos de vidro ou cartão reciclável” (a tradução é do “Jornal de Notícias”, de Portugal). Segundo o “JN”, “o objetivo da rainha é que as novas medidas sejam, a médio prazo, aplicadas em estabelecimentos públicos”.

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