Resta saber com quem ficou tanto as gravações quanto os aparelhos israelenses de grampear telefones

Entre deputados estaduais se comenta que uma casa subterrânea de grampos telefônicos foi estourada, no bairro Parque Amazônia. Mas ninguém apresenta informações detalhadas a respeito. Um parlamentar sugere que a “riocorrente” de grampos era um verdadeiro mar.

Resta saber com quem ficou tanto as gravações quanto os aparelhos israelenses de grampear telefones. Isto, claro, se a história for verdadeira, e não mais uma lenda urbana do submundo da arapongagem.