PT pode liberar militância para a disputa do segundo turno em Goiânia

O partido discute, no sábado, quatro posições a respeito das eleições para prefeito da capital no segundo turno

Paulo Garcia defendeu carreira de Adriana Accorsi "ilibada" | Foto: reprodução/Facebook

Paulo Garcia e Adriana Accorsi: o PMDB pelo menos não quer o apoio da dupla de políticos do PT | Foto: reprodução/Facebook

Os integrantes do Diretório do PT reúnem-se no sábado, 8, às 9h, na sede do partido, para discutir quatro posições políticas:

1 — Liberação da militância. Cada um poderá apoiar (ou votar em) quem quiser. Até sexta-feira, 7, era a tendência dominante;

2 — Voto nulo;

3 — Apoio a Vanderlan Cardoso. Hoje, o candidato do PSB tem a simpatia de vários petistas de proa;

4 — Apoio a Iris Rezende. O peemedebista perdeu a simpatia da maioria dos petistas, que o veem como “traidor”. É que os pemedebistas, inclusive iristas, aproveitaram-se das benesses da gestão do prefeito Paulo Garcia, mas depois saíram atirando no gestor de Goiânia.

O fato é que os dois candidatos querem os votos dos eleitores petistas, mas não querem associação com o prefeito Paulo Garcia e com o PT. A debacle nacional do partido assusta quaisquer candidatos pelo Brasil afora, não apenas em Goiânia. O PT da capital teme oferecer apoio e ser rejeitado. Os aliados de Iris Rezende já avisaram que não querem o apoio de Paulo Garcia e de Adriana Accorsi. Eles dizem que Adriana Accorsi “não é de se jogar fora”, mas é vista como “paulo-garcista”.

Petistas já conversaram com aliados de Vanderlan Cardoso.

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