O presidente do PSDB de Goiás, Afrêni Gonçalves, afirma que a base governista vai reafirmar e ampliar sua hegemonia nas eleições de 2016. “Até 30 de setembro, vamos conquistar novos filiados e adesões. Como o governo de Marconi Perillo está dando certo, com obras inovadoras, é natural que os políticos queiram se aproximar. Ninguém quer ficar perto do que é ruim”, afirma o ex-deputado.

No momento, a cúpula do partido está mapeando seus candidatos em todo o Estado. “Nós vamos fazer um projeto básico, com nossas ideias de transformação e, depois de discuti-lo internamente, vamos submetê-lo à sociedade.”

Quanto à definição de candidaturas a prefeito, o PSDB vai adotar alguns critérios, como densidade eleitoral, experiência como gestor, credibilidade na sociedade, pesquisas quantitativas e, sobretudo, qualitativas. “Podemos fazer prévias, o que está previsto no estatuto do partido. O que nós queremos mesmo é que, definido um candidato, aqueles que eram pré-candidatos assumam sua campanha.”

Em Goiânia, na opinião de Afrêni, a situação do PSDB é muito boa. “Nós temos pelo menos oito nomes consistentes para apresentar para a sociedade: Jayme Rincón, Waldir Soares, Fábio Sousa, João Campos, Giuseppe Vecci, José Eliton, Anselmo Pereira e Cristina Lopes.”

Qual é o problema com o deputado federal Waldir Soares? “Nenhum. Ele não aceita ser preferido e está se colocando como pré-candidato, o que é natural. Os políticos precisam mesmo, para se firmarem, colocar suas ideias para o partido e para a sociedade.”