Giuseppe Vecci, Jean Carlo e Tayrone di Martino são os nomes mais cotados, se Célio Silveira e Fábio Sousa deixarem o partido

O PSDB elegeu seis deputados federais em 2014: Giuseppe Vecci. Waldir Delegado Soares, Célio Silveira, Alexandre Baldy, Fábio Sousa e João Campos. Uma bancada satisfatória.
Porém, três anos depois, o partido só tem a metade dos parlamentares, Giuseppe Vecci, Célio Silveira e Fábio Sousa. Delegado Waldir (PR), João Campos (PRB) e Alexandre Baldy (Podemos e, agora, possivelmente o PP) saíram.

O PSDB pode perder mais dois deputados. Fábio Sousa está com as malas prontas — só não fechou o zíper — para se filiar ao Livres. Célio Silveira é a aposta do PP. Sobraria um deputado, Giuseppe Vecci, o presidente do partido.

Para a disputa de 2018, o PSDB está com dificuldade para montar chapas consistentes tanto para deputado estadual — o chapão, se houver, é tachado de “globo da morte”, tal a possibilidade de ter uma boa votação, mas não se conseguir ser eleito — quanto para deputado federal. Há dois nomes novos: o deputado Jean Carlo, filiado ao PHS (mas de saída), e o secretário de Governo, Tayrone di Martino, que conta com o apoio da Igreja Católica e do prefeito de Trindade, Jânio Darrot. São políticos consistentes, mas, se a chapa não for fortalecida, os dois correm o risco de trabalharem para eleger apenas Giuseppe Vecci. Jean Carlo, por sinal, pode se filiar ao PROS, pelo qual teria mais facilidade de ser eleito, numa parceria com Lincoln Tejota.