PSD consolida-se como o terceiro maior partido de Goiás, atrás apenas de PSDB e PMDB

Vilmar Rocha, Thiago Peixoto e Francisco Júnior: no comando de um partido mais forte do que o PP

Vilmar Rocha, Thiago Peixoto e Francisco Júnior: no comando de um partido mais forte do que o PP | Arquivo/Jornal Opção

A eleição de 2016 consolidou o PSD de Vilmar Rocha, Thiago Peixoto e Francisco Júnior como o terceiro maior partido de Goiás — atrás apenas dos gigantes PSDB e PMDB.

O principal rival do PSD, na disputa pelo terceiro lugar, é o PP do senador Wilder Morais. O PP, embora há mais tempo no mercado político, não conseguiu superar o partido dirigido por Rocha em Goiás.

O PSD teve maior numero de votos para prefeito, elegeu 211 vereadores (contra 192 do PP), elegeu dois vereadores em Goiânia, Gustavo Cruvinel e Paulo Ma­galhães. O PP não elegeu nenhum na maior cidade do Estado.

O PSD elegeu 41 prefeitos (dezessete) e vice-prefeitos e avalia que pode eleger os prefeitos de Luziânia e Senador Canedo, o que elevaria o número para 43. O PP elegeu 42 prefeitos e vices.
O PSD conta com dois deputados estaduais e dois deputados federais — o PP não tem parlamentares (Sandes Júnior é suplente).

Há quem avalie que, como presidente de partido, Wilder Morais tem fracassado. O senador não conseguiu eleger nem mesmo seu irmão, Ziro Morais, em Taquaral de Goiás. Ele perdeu para Hélio Gontijo, do PMDB.

Há outro porém sobre Wilder Morais. Ele se apresentou, na eleição deste ano, como o grande aliado do governador Marconi Perillo. Entretanto, em Uruaçu, onde o tucano-chefe bancou um tucano leal, Valmir Pedro, Wilder Morais se recusou a apoiá-lo. Mas há uma ressalva positiva: apoiou o candidato de seu partido, Lourenço Neto. Ao contrário do que o Jornal Opção havia publicado, o senador não apoiou Azarias Machadinho, do DEM.

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