PSB e PDT rejeitam PT e bancam Márcio França para prefeito de São Paulo

Ciro Gomes diz que, juntos, PSB e PDT têm “um tamanho maior que o PT”. O grupo quer ser a segunda via

Márcio França quer ser a alternativa de esquerda — viável — contra o PSDB de Bruno Covas e João Doria | Foto: Reprodução

A polarização entre o PSDB e o PT pode ser rompida no pleito para prefeito de São Paulo. Porque o PSB e o PDT se uniram e vão bancar o ex-governador Márcio França, do PSB, prefeito da capital mais rica do país (em termos financeiros e de população, supera a maioria dos Estados brasileiros). O vice, segundo o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, deve ser Antônio Neto, do PDT.

PSB e PDT planejam se constituir na segunda via na disputa deste ano, na capital paulista — substituindo o PT na disputa contra o PSDB do prefeito Bruno Covas e do governador João Doria.

Ciro Gomes: PSB e PDT não querem se subordinar ao PT de Lula da Silva | Foto: Reprodução

Márcio França frisa que a esquerda não deve se subjugar ao projeto do PT. O petismo deve lançar Jilmar Tatto, ex-deputado.

O ex-ministro Ciro Gomes, do PDT, acrescentou à fala de Márcio França: “Não há dificuldade com a convivência com o PT, mas somados temos um tamanho maior que o PT. A nossa somatória passa para o Brasil uma conta que talvez as pessoas não tivessem uma noção, de que o PT é muito importante, mas não é o único e nem o maior”.

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