Dois promotores do Ministério Público de Goiás dizem que o coordenador do Grupo de Controle Externo da Atividade Policial (Gceap), Giuliano Lima, não deveria ter entrado com representação contra o policial militar Ricardo Rocha para da área de execução.

Já no caso do procurador Mário Lúcio de Avelar, um dos maiores talentos do Ministério Público Federal, a dúvida é se abriu procedimento antes de assinar a representação.