O prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), inspirando-se na reforma feita pelo governador Marconi Perillo — com quem estaria restabelecendo relações (chegou a parabenizá-lo pela vitória) — deve promover uma reforma administrativa. O objetivo não é arrancar o PMDB da prefeitura, mas reduzir sua força. A partir de agora, o PT quer que a gestão tenha a cara de Paulo Garcia, e não mais a de Iris Rezende. O lema é: mais paulo-garcismo e menos irismo.

O que mais impressiona é o numero de secretarias (alguns órgãos não são mas têm status de secretaria) — 40. Quase meio milhão de salários por mês, sem contar as possíveis gratificações. A lista de algumas: Administração, Agência da Guarda Civil Me­tropolitana de Goiânia, Agência Municipal do Meio Ambiente, Comurg, Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo, Contro­ladoria Geral do Município, Instituto Municipal de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia, Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Goiânia, Procon, Procuradoria Geral do Município, Assistência Social, Casa Civil, Comunicação, Cultura, Desen­volvimento Urbano Sustentável, Educação, Turismo, Esporte e Lazer, Finanças, Fiscalização, Gestão de Pessoas, Governo, Habitação, Trabalho, Indústria, Comércio e Serviços, Obras e Serviços Públicos, Políticas para a Juventude, Políticas para a Pro­moção da Igualdade Racial, Políticas para as Mulheres, Políticas para as Pessoas com Deficiência ou Mo­bilidade Reduzida, Saúde, Trân­sito,Transporte e Mobilidade.