Pedro Alves pode mudar estatuto para disputar terceiro mandato de presidente na Fieg

No momento, o nome mais cotado para a disputa é o do empresário Antônio Almeida, da Editora Kelps

O presidente Pedro Alves não quer deixar o comando da Fieg

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Pedro Alves de Oliveira, depois de dois mandatos consecutivos, não pode disputar um terceiro, reza o estatuto. Mas estaria tentando convencer presidentes de sindicatos empresariais a ajudá-lo a mudar o estatuto para disputar mais um pleito. Até o momento, a maioria é contra, sugerindo que não se pode voltar aos velhos tempos, quando a Fieg havia se tornado um feudo. “A Fieg precisa ser tão democrática quanto o país”, frisa um empresário que já disputou o comando da instituição.

No momento, há um postulante que está conversando com os presidentes dos sindicatos e, ao mesmo tempo, é aliado de Pedro Alves: trata-se de Antônio Almeida. Homem forte do setor de gráficas, mas com bom trânsito em todas as áreas, o proprietário da Editora Kelps é visto como pule de dez. Por quatro motivos. Primeiro, agrega. Segundo, não tem arestas. Terceiro, tem vontade e disposição para dirigir a Fieg. Quarto, se o estatuto não for modificado, provavelmente terá o apoio de Pedro Alves. Na sexta-feira, 2, um empresário disse a um repórter: “Uma nota recente do Jornal Opção colocou Pedro Alves, que estava agindo nos bastidores, para articular publicamente”. A eleição será em 2018.

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