Paulo Prata, Sandra Garbelini e Marcelo André devem disputar o comando da Procuradoria-Geral do MP em Goiás
08 agosto 2026 às 21h03

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O mandato do procurador-geral de Justiça do Ministério Público de Goiás, Cyro Terra Peres, termina em fevereiro de 2027.
A eleição tende a ser em fevereiro. Mas especula-se na sede do Ministério Público que poderá ser antecipada para dezembro de 2026.
Não há nomes definidos para a sucessão de Cyro Terra. Porém, nos bastidores, as conversações e articulações já começaram.
Comenta-se que o grupo de Cyro Terra pode apresentar dois nomes para procurador-geral de justiça: Sandra Mara Garbelini e Marcelo André de Azevedo.

Sandra Garbelini é subprocuradora-geral de justiça para Assuntos Institucionais. Consultados, promotores disseram ao Jornal Opção que se trata de uma promotora competente e conciliadora. Dois deles ressaltaram que, politicamente, não articula tão bem quanto Cyro Terra e Aylton Vechi.
Paulo Prata é apontado, por promotores e procuradores, como uma “esfinge”, um “enigma”. Seria discretíssimo. Numa das disputas, foi o mais votado, mas não foi indicado.
Enquanto adversários fizeram uma campanha mais midiática, estruturada, Paulo Prata escreveu uma carta e enviou para promotores e procuradores. Deu certo. Foi o mais votado.

Consta que Paulo Prata tem a simpatia do governador Daniel Vilela. Frise-se que o relacionamento do gestor estadual com Cyro Terra é de extrema cordialidade. Isto sugere que o emedebista não resistência nem a Sandra Garbelini nem a Marcelo André (que, há pouco tempo, pleiteou, sem conseguir, uma vaga de desembargador no Tribunal de Justiça de Goiás).
Há um quarto nome citando pelos promotores e procuradores. Trata-se de Lauro Machado, que foi procurador-geral duas vezes. Fala-se também no nome da procuradora Ivana Farina, que foi procuradora-geral.
Das conversas com dez procuradores e promotores conclui-se que, com qualquer um dos citados, o Ministério Público estará bem representado. (Euler de França Belém)


