O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, do União Brasil, recebeu alguns políticos e amigos, na sua fazenda de Americano do Brasil, na semana passada.

Todos que conversaram com Ronaldo Caiado disseram a mesma coisa: está com uma disposição imensa de fazer um bom governo e, ao mesmo tempo, de disputar a Presidência da República em 2026. O governador está feliz e ciente de que é preciso fazer as coisas acontecerem.

Um aliado afirma que Ronaldo Caiado está examinando os resultados de cada secretaria, o que pode determinar se o atual titular fica ou não. Os “estranjas” ficam ou vão embora? Não há preconceito contra as pessoas que vieram de outros Estados com o objetivo de contribuir para modernizar a administração pública em Goiás. O que se fará é um balanço justo daquilo que fizeram. O que se pretende verificar são resultados, não intenções e discursos.

O MDB estava fora do poder havia 24 anos e se tornou poder há pouco mais de uma semana. Então, sugere Daniel Vilela, é preciso esperar um pouco. O governo, embora ele seja o vice, é de Ronaldo Caiado

Com um dos políticos, Ronaldo Caiado teria comentado a respeito das articulações de Bruno Peixoto para a disputa da presidência da Assembleia Legislativa. Teria apreciado a capacidade de articulação do correligionário, que já conta com o apoio de 40 dos 41 deputados (só falta convencer Lincoln Tejota, do União Brasil. E não deixa de ser curioso que o único que ainda não declarou voto em Bruno Peixoto seja um membro de seu partido). Inclusive conta com o apoio de parlamentares das oposições.

Ronaldo Caiado conversou longamente com o vice-governador Daniel Vilela, com quem, por final, está afinadíssimo. O jovem político tem dito para seus correligionários não pressionarem o governador por cargos, com um argumento preciso: o MDB estava fora do poder havia 24 anos e se tornou poder há pouco mais de uma semana. Então, sugere o jovem líder, é preciso esperar um pouco. O governo, embora ele seja o vice, é de Ronaldo Caiado.

Nas conversas com os políticos, Ronaldo Caiado teria dito que vai conversar com todos os presidentes de partidos que apoiaram sua campanha para governador. Tais partidos terão cargos no primeiro ou no segundo escalão. Além do apoio, o empenho na campanha, será observado a força eleitoral de cada um.