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Candidato do PT a prefeito de Goiânia será Luis Cesar Bueno ou Adriana Accorsi

[caption id="attachment_48185" align="aligncenter" width="620"]Os preferidos do PT, Luis César e Adriana Accorsi | Fotos: Marcos Kennedy Luis Cesar Bueno e Adriana Accorsi: um deles deve ser candidato a prefeito ou a vice de Iris Rezende | Fotos: Marcos Kennedy[/caption] O PT tem cinco pré-candidatos a prefeito de Goiânia — Adriana Accorsi, Luis Cesar Bueno, Edward Madureira, Humberto Aidar e Marina Sant’Anna. Rigorosamente, ao menos dois nomes já estão praticamente fora do processo. A Marina Sant’Anna faltam disposição pessoal e apoio das tendências políticas. Portanto, deve ser considerada carta fora do baralho. Hum­berto Aidar, um dos mais qualificados deputados estaduais do PT, quer disputar, mas não tem quem o banque. Seu grupo político não tem força política na capital (tem em Anápolis). Edward Madureira é um outsider — está filiado ao PT, mas não é tido como petista. Não participa de nenhuma tendência, o que, no partido, é apontado como um equívoco político. Ele quer disputar. Rigorosamente, os dois nomes mais sólidos são os de Adriana Accorsi e Luis Cesar Bueno. Os dois estão em campo em busca de apoio interno e externo. Se falta pegada a Adriana Accorsi, sobra para Luis Cesar. A capacidade de articulação de Luis Cesar impressiona. Ele saiu bem atrás da relutante Adriana Accorsi, mas pôs seu bloco na rua, é incansável nas articulações e pode-se dizer que já “empatou” com a pupila do prefeito de Goiânia. Aliás, Paulo Garcia tem simpatia pelo deputado e, sobretudo, admira e respeita sua vontade de ocupar espaço. Inicialmente, Luis Cesar queria ser vice de Iris Rezende. Primeiro, porque o peemedebista-chefe é o favorito para prefeito de Goiânia e, segundo, para manter a aliança com o PMDB. Devido ao desgaste do PT, que estaria contaminando tudo, Iris Rezende procurou se afastar dos petistas e, inclusive, da gestão de Paulo Garcia. A partir desta posição, Luis Cesar passou a defender candidato pelo PT. Uma composição com Iris Rezende está inteiramente descartada? Não. Mas, curiosamente, o PT de Goiânia, por intermédio do prefeito Paulo Garcia, hoje está mais próximo do governador Marconi Perillo do que do peemedebista-chefe.

Até iristas ficaram surpresos ao saber que Iris Rezende teria vetado Adib Elias para presidente do PMDB

[caption id="attachment_49499" align="aligncenter" width="620"]Adib e Iris em 2014 | Foto: reprodução / internet Adib e Iris em 2014 | Foto: reprodução / internet[/caption] Para o espanto de muitos peemedebistas, até de iristas empedernidos, ficou-se sabendo, na semana passada, que, quando sugeriram o nome de Adib Elias para presidente do PMDB estadual, Iris Rezende teria se posicionado contra. Um irista explicou: “Adib Elias só pensa em Catalão. O presidente do PMDB precisa pensar em todo o Estado de Goiás”. Na verdade, o irismo considera que o ex-prefeito do município do Sudeste é “muito independente e agressivo”. Iris Rezende quer que o fundo partidário de 180 mil reais por mês fique sob o controle de seu grupo político. Hoje, a grana é administrada com mão de ferro por Iris Rezende, Iris Araújo e, por vezes, Samuel Belchior, que se comporta como preposto do casal.

Opositor mais forte de Misael Oliveira será o candidato bancado por Vanderlan Cardoso

[caption id="attachment_34814" align="aligncenter" width="620"]Foto: Fernando Leite - Jornal Opção Foto: Fernando Leite - Jornal Opção[/caption] Senador Canedo deve ter uma das campanhas mais competitivas de 2016. Quatro nomes despontam: o prefeito Misael Oliveira, do PDT; Zélio Cândido, do PSB; Divino Lemes, do PSD, e Sérgio Bravo, do PROS. Lemes tende a sair na frente, porém a polarização mais provável deverá ser entre Misael e Zélio. O prefeito tem estrutura e é eficiente em campanha. O segundo tem o apoio de Vanderlan Cardoso. O problema de Zélio Cândido não aguenta um debate com Misael e Divino, que, experimentados, o levarão à lona.

Aliados de Vanderlan Cardoso querem vê-lo articulando mais em Goiânia do que em Senador Canedo

[caption id="attachment_45371" align="aligncenter" width="620"]Foto: Renan Accioly Foto: Renan Accioly[/caption] Aliados de Vanderlan Cardoso estão tentando, a fórceps, demovê-lo da ideia de que deve passar a maior parte de seu tempo articulando em Senador Canedo. Eles querem convencê-lo de que, se não fizer política em tempo integral em Goiânia, os políticos e os eleitores não acreditarão que seu projeto para a capital é sério. Integrantes do PSB e do PPS avaliam que Vanderlan Cardoso parece não ter percepção de que Iris Rezende, do PMDB, e Waldir Soares, do PSDB, estão descolando cada vez mais. “Vanderlan parece que vive no mundo da lua, como se fosse um líder incontestável”, diz um aliado. “O eleitor goianiense o respeita, por aquilo que fez em Senador Canedo, mas quer saber, de maneira clara, o que fará, se eleito, para melhorar sua vida aqui, e não no município vizinho.”

Lobby quer impedir que parte do dinheiro dos cartórios seja usada para construir presídios

[caption id="attachment_41939" align="aligncenter" width="620"]Foto: Marcos Kennedy Foto: Marcos Kennedy[/caption] Não se acredita que será aprovado, dada a resistência dos lobbies, mas o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), enviou para a Assembleia Legislativa um projeto solicitando que 20% dos rendimentos dos cartórios sejam investidos na construção de presídios. Vinte e nove deputados estaduais da situação e das oposições receberam apoio financeiro dos cartórios. O petista Humberto Aidar, um político íntegro, lidera o grupo que é contrário ao projeto.

Frente parlamentar vai trabalhar em defesa dos interesses dos Estados do Centro-Oeste e do DF

Untitled-1 Os goianos, e não apenas políticos e empresários, precisam ficar de olho na Frente Parlamentar Mista do Brasil Central, criada na semana passada graças ao empenho do deputado federal Thiago Peixoto, do PSD de Goiás, na Câmara dos Deputados. Supra­partidária, lembra as frentes políticas que atuam em bloco em defesa do Nordeste. O documento conta com a assinatura de 198 deputados e senadores. “Nossa meta é conseguir apoio parlamentar para a defesa das políticas públicas que vão surgir do bloco de seis unidades da federação que compõem o Movimento Brasil Central”, diz Thiago Peixoto, que deve ser escolhido para presidente da frente, com Rogério Rosso, do PSD, na vice. O Movimento Brasil Central (MBrC), que conta com a participação dos governadores de Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Rondônia, criou o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central. “É o primeiro do tipo no Brasil e vai ser responsável por formular e executar políticas públicas de interesse da região. Criamos um novo mecanismo de desenvolvimento regional.”

Chapa com mais espírito renovador é mesmo a de Flávio Buonaduce. Lúcio Flávio ‘inova’ com Leon Deniz

[caption id="attachment_44836" align="aligncenter" width="617"]flavio-lucio-flavio-fernando-leite OAB Goiás terá mesmo disputa de Flávios | Fotos: Fernando Leite / Jornal Opção[/caption] As três chapas para presidente da OAB-Goiás têm advogados consistentes e experimentados. Mas, ao examinar as chapas de Enil Henrique — apesar de ser o presidente da Ordem, teve dificuldade para montá-la —, de Lúcio Flávio Paiva e de Flávio Buonaduce, advogados isentos disseram pelo menos três coisas. Primeira: a chapa que simboliza verdadeiramente a renovação na advocacia em Goiás é a de Flávio Buonaduce. Há nomes novos e, ainda assim, experimentados. Se a chapa fosse chamada de OAB Forte Renovadora, ninguém, conferindo a lista, estranharia. Segunda: a chapa de Lúcio Flávio é tradicionalíssima (quase TFP). Alguém em sã consciência pode dizer que Leon Denis simboliza a renovação? Terceira: Enil Henrique optou por colocar na sua chapa quem já está acompanhando seu trabalho na OAB. Quer dizer, se eleito, não haverá espaço para forças novas. A chapa de Flávio Buonaduce é tão inovadora e consistente que alguns recorreram ao futebol espanhol para explicá-la. Advogados disseram que se trata de uma seleção com o que há de melhor no Barcelona, Messi e Neymar, e Real Madri, Cristiano Ronaldo e James Rodríguez.

Wilder Morais vai bancar Pankão para prefeito de Acreúna

wilder-foto-facebook Apesar de sua escassa experiência política, o senador Wilder Morais, presidente regional do PP, está trabalhando, em tempo integral, para estruturar uma base política para que possa disputar a reeleição em 2018. Wilder Morais vai bancar vários candidatos a prefeito. Um deles é Eurípedes Pankão, pré-candidato a prefeito de Acreúna. Com estrutura, Eurípedes Pankão tem chance de vencer o prefeito Edmar Oliveira Alves Neto, que, inexperiente, faz uma gestão apagada, inodora.

PP vai apoiar o tucano Carlão Oliveira para prefeito de Goianira

O senador Wilder Morais confidenciou a um tucano que deus “graças a Deus” pelo fato de o prefeito de Goianira, Miller Assis, ter saído do PP e migrado para o PSD. É que Wilder Morais vai apoiar o tucano Carlão Oliveira — primeiro colocado nas pesquisas de intenção de voto — para prefeito do município. Wilder Morais e Carlão Oliveira são amigos e parceiros políticos.

Disputa em Goianira se dará entre Carlão Oliveira e Miller Assis

Não há a menor dúvida: Carlão Oliveira, do PSDB, é o favorito para prefeito de Goianira. Porém, como as eleições serão realizadas daqui a 11 meses, o prefeito Miller Assis, do PSD, tem alguma chance de recuperar, ainda que parcialmente, sua imagem. Seu desgaste é intenso, mas, como o município é carente, sempre é possível convencer parte do eleitorado das vantagens de apoiar quem está no poder. Carlão Oliveira não deve subestimar Miller Assis, que não é nenhum garnizé morto e enterrado. Christian Pereira, do PT do B, está colocando seu bloco na rua. Mas, por uma questão de estrutura financeira e política, a disputa se dará mesmo entre Carlão Oliveira e Miller Assis. Dada a polarização agressiva, não há espaço para a terceira via.

Geraldo Messias permanece no PP e, com o apoio de Wilder Morais, é favorito em Águas Lindas

O ex-prefeito de Águas Lindas Geraldo Messias esteve com um pé no PTC do deputado Cláudio Meirelles (filiado no PR, mas chefão do outro partido), mas, convencido pelo senador Wilder Morais, decidiu permanecer no PP. Bancado por Wilder Morais, Geraldo Messias, o Gegê Popularidade, vai disputar a prefeitura contra Hildo do Candango, que, embora não faça uma gestão das piores, está desgastado e é muito cobrado pelos moradores do município. As demandas de Águas Lindas, uma das cidades que mais crescem no mundo, são imensas e não podem ser atendidas integralmente em quatro anos. O vice-governador José Eliton também pediu para Geraldo Messias continuar no PP. Geraldo Messias, bancado por Wilder Morais, é um candidato altamente competitivo. Nas ruas e nas casas, as pessoas: “Com Geraldo Messias, a gente era feliz e não sabia”. Entretanto, apesar do desgaste, Hildo do Candango não é nenhum frango de granja e tampouco galinha morta. O petebista-quase-tucano é atentíssimo.

Ninguém quer disputar a Prefeitura de Santa Helena?

[caption id="attachment_44704" align="aligncenter" width="620"]Marconi e o prefeito de Santa Helena, Judson Lourenço Marconi e o prefeito de Santa Helena, Judson Lourenço[/caption] O prefeito de Santa Helena, Judson Lourenço continua dizendo aos correligionários que não vai disputar a reeleição. O peemedebista estaria sublinhando que administrar uma prefeitura, nas atuais circunstâncias de crise, não dá prazer algum. O gestor, se sério — e Judson Lourenço é apontado como seriíssimo —, sofre em tempo integral. Mas há quem insista que Judson Rodrigues está com receio de perder para o grupo do ex-governador Alcides “Cidinho” Rodrigues. Cidinho, depois de sugerir a aliados que poderia disputar, estaria “dando para trás” — alegando que não quer torrar seu rico dinheirinho em campanha política. Santa Helena é um caso raro: parece que ninguém quer disputar a prefeitura.

Cristóvão Tormin passa um “batom” em Luziânia mas popularidade de Marcelo Melo só cresce

Pintou desespero total na Prefeitura de Luziânia. O prefeito Cristóvão Tormin (PSD) começou a trabalhar, está passando um batom na cidade, mas, quando as pesquisas chegam às suas mãos, a rejeição continua alta e a popularidade de Marcelo Melo, pré-candidato a prefeito pelo PSDB, não para de crescer. Cristóvão Tormin não sabe mais o que fazer e seus aliados brincam sugerindo que Marcelo Melo está tomando “Pó Royal”.

Popularidade de Marcelo Melo é tão grande em Luziânia que “estuda-se” passar um pouco para Tormin

O deputado federal Célio Silveira — que os deputados estaduais, como Virmondes Cruvinel, elogiam como o mais atento ao Parlamento de Goiás — diz que a frente que apoia Marcelo Melo para prefeito de Luziânia cresce dia a dia. A popularidade de Marcelo Melo, do PSDB, é tão grande que assusta. Seus aliados dizem mais ou menos assim, em tom jocoso: “Precisamos passar um pouco de popularidade para Cristóvão Tormin para que a derrota dele não seja tão humilhante”.

Bancado por Lêda Borges, Pábio Mossoró pode derrotar Lucimar Nascimento em Valparaíso

A prefeita de Valparaíso, Lucimar Nascimento, do PT, é apontada como uma gestora decente, mas sem qualquer experiência administrativa. O resultado é que faz uma administração canhestra, das piores do Entorno do Distrito Federal (na região, é difícil saber quem é o pior — o título é disputado quase no tapa por Itamar Barreto, de Formosa, e Cristóvão Tormin, de Luziânia). Se enfrentar a deputada-secretária Lêda Borges, Lucimar Nascimento tende a perder. Porém, como a ex-prefeita não quer disputar, deve enfrentar o vereador Pábio Mossoró. Pábio Mossoró não tem o apelo eleitoral de Lêda Borges, mas, com apoio tanto da ex-prefeita quanto do deputado Célio Silveira (PSDB), tem chance de vencer Lucimar Nascimento.