Bastidores

Aliados do presidente do PSD, Vilmar Rocha, o advogado Wesley Borges e Elmo Rezende — conhecido como Moleza — foram demitidos do governo do Estado. Em seguida, teriam sido sondados sobre a possibilidade de voltar para a equipe do governo. Mas optaram por não aceitar novos cargos. Wesley Borges vai trabalhar no gabinete do deputado federal Thiago Peixoto, em Brasília.

O ex-governador Marconi Perillo, pré-candidato a senador pelo PSDB, volta ao comando da articulação da base aliada no início desta semana. O tucano é o grande fiador da aliança política que trabalha pela reeleição do governador José Eliton, do PSDB. Ele é a liga. Articulador dos mais hábeis e respeitado pelas várias facções que o apoiam desde 1998, Marconi Perillo vai atuar, empenhando-se pessoalmente, na costura das alianças da chapa da base aliada para o governo, para a Assembleia Legislativa e para o Congresso (deputados federais e senadores). O que se diz, nos bastidores, é que, sem uma pronta ação de Marconi Perillo, a base aliada tende a esfacelar-se.

A senadora Lúcia Vânia, do PSB, não está (mais) distante do governador de Goiás, José Eliton, e do ex-governador Marconi Perillo, ambos do PSDB. Primeiro, pela ligação histórica com o tucano-chefe. Eles são aliados políticos há mais de 20 anos. Segundo, dadas as possibilidades de aliança nacional entre o PSDB e o PSB (que também discute aliança com Ciro Gomes). Terceiro, a força da base, com sua estrutura gigante, pesa na decisão da senadora. Quarto, o fator Demóstenes Torres, que se apresenta com postulante ao cargo de senador, também pesou na reaproximação.

O secretário de Segurança Pública do governo de Goiás, Irapuan Costa Junior, coordenou, com o máximo de eficiência e rapidez, a força-tarefa de gestão da greve dos caminhoneiros. Sem estardalhaço, com sua discrição habitual, Irapuan Costa Junior — ex-governador de Goiás — liderou as forças policiais e liberou as estradas no território goiano. Sua experiência e sua autoridade foram decisivas para a obtenção de resultados efetivos. A paciência e a firmeza de Irapuan Costa Junior ganharam elogios dos demais secretários do governador de Goiás, José Eliton.

O governador de Goiás, José Eliton, é um advogado categorizado, portanto, acima de tudo, um legalista. Por isso, com a greve dos caminhoneiros, saiu-se muito bem. Tanto que sua ação, responsável e eficiente, se tornou exemplo para o país. O tucano manteve sua equipe mobilizada, sempre em busca de redução do impacto negativo da greve na economia e na vida dos cidadãos. Ao lado de São Paulo, Goiás comandou a “desobstrução logística” (das rodovias). As forças de segurança, dirigidas pela Polícia Rodoviária Federal e pela Polícia Militar, agiram para liberar os caminhoneiros que queriam deixar os pontos de retenção, mas eram impedidos pelos manifestantes. O que se comenta sobre José Eliton é que não hesita e sempre decide com firmeza.

Pré-candidato a deputado federal, Cidinho gostaria de apoiar o postulante do DEM, mas deve seguir projeto de Jorcelino Braga

A líder comunista deve ser candidata a governadora do Rio Grande do Sul

Tese de aliados: Rio Verde não pode correr o risco de ficar sem representação na Câmara dos Deputados

Demóstenes garante que “o que Jovair diz é sempre a verdade, pois fala o que foi discutido internamente com os petebistas”

Alunos afirmam que o Conselho de Educação planeja acabar com o curso de Matemática que atende a região Norte de Goiás

A cúpula do PP vai decidir apoio para o governo só entre julho e agosto Aliados do ministro das Cidades, Alexandre Baldy, sustentam que não há cenário para “desfiliações em massa” no Progressistas (PP). “Como que vai haver desfiliação em massa do PP? Os prefeitos vão perder apoio? Eles têm um presidente da legenda que é ministro de uma das mais cobiçadas pastas do país, além de contar com o Ministério da Saúde, da Agricultura e a presidência da Caixa. E os parlamentes, vão ficar inelegíveis? Não faz sentido. Além disso, não existe, até o momento, nenhuma definição no partido”, diz uma fonte ligada a Baldy. Baldy disse aos aliados que o Progressistas só vai definir-se em relação à disputa do governo de Goiás entre julho e agosto. O ministro mantém relações positivas com base, com o governador José Eliton (PSDB), com o deputado federal Daniel Vilela (MDB) e com o senador Ronaldo Caiado (DEM).

O presidente da República mais atrapalha do que ajuda o candidato do MDB a governador
Santana Pires é expulso do partido e Raniery Nunes assume a presidência

O suplente de senador afirma que o eleitorado quer votar em Ronaldo Caiado

[caption id="attachment_24146" align="alignright" width="620"] Flávia Morais: o objeto de desejo político do senador Ronaldo Caiado, do DEM[/caption]
O senador Ronaldo Caiado, pré-candidato do DEM a governador, colocou um verdadeiro exército de interlocutores para convencer a deputada federal Flávia Morais a disputar mandato na sua chapa.
Segundo uma pré-candidata a deputada estadual pelo Entorno de Brasília, Ronaldo Caiado gostaria de ter Flávia Morais como sua vice — a preferência — ou até como candidata a senadora. Se não der, gostaria de tê-la nos seus quadros de aliados como candidata a deputada federal. Os caiadistas teriam feito um levantamento sobre possíveis campeões de voto em 2018 e uma das conclusões é que Flávia Morais será uma das postulantes mais bem votadas, possivelmente com mais de 150 mil votos. “Ela soma”, afirma um caiadista. O que se diz é que, com uma estrutura própria, a deputada atrai votos para si e, possivelmente, para o candidato a governador que apoiar.
O presidente do PDT, George Morais, e Flávia Morais, que formam um casal, preferem, no momento, compor com o candidato do PSDB a governador, José Eliton. Mas decidiram manter conversações com os pré-candidatos do DEM e do MDB, Ronaldo Caiado.