O pP de Goiás aposta em mandato compartilhado entre Sandes, Cabral e Flávia Cunha

O partido Progressistas avalia que há a possibilidade de eleger de três a quatro deputados federais em 2 de outubro deste ano

Flávia Cunha (com o pai, Paulo Roberto Cunha, ao fundo)| Foto: Reprodução

O partido Progressistas fará uma consulta ao TSE a respeito da possibilidade de se compartilhar um mandato de deputado federal entre três políticos de Goiás: Flávia Cunha, Marcos Cabral e Sandes Júnior. Cada um deles ficaria no mandato quatro meses por ano, compartilhado assessoria e verbas do gabinete.

Presidido em Goiás pelo ex-ministro Alexandre Baldy, o pP postula que tem condições de eleger ao menos três deputados federais — entre os superfavoritos estão o deputado federal Adriano do Baldy e José Nelto. Há outros nomes tidos como consistentes, como Leandro Ribeiro, vereador em Anápolis, Flávia Cunha, Marcos Cabral, Sandes Júnior, entre outros.

Sandes Júnior: vereador e ex-deputado federal | Foto: Reprodução

Aposta-se que Flávia Cunha, Marcos Cabral e Sandes Júnior, com ao menos 60 mil votos cada um, poderão somar 180 mil votos — o que elegeria um parlamentar. Ou seja, os votos do trio elegeriam um deputado federal.

Marcos Cabral ainda não se definiu pela disputa para deputado federal — por enquanto, tem afirmado que disputará mandato de deputado estadual. Mas, segundo um aliado, está disposto a pensar na questão do mandato compartilhado. Ele é aliado e amigo do governador Ronaldo Caiado e tem o voto dos caiadistas históricos. Foi prefeito de Santa Terezinha de Goiás e é apontado como gestor eficiente. E foi secretário do governo do Estado.

Marcos Cabral: ex-prefeito de Santa Terezinha de Goiás | Foto: Divulgação

Flávia Cunha é filha do ex-prefeito de Rio Verde Paulo Roberto Cunha e tem forte presença política no Sudoeste goiano.

Sandes Júnior foi deputado estadual e deputado federal e é vereador em Goiânia. É um dos políticos mais populares do Estado.

Registra-se no Brasil experiências de mandato compartilhado no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro e numa câmara de vereadores de uma cidade do Entorno de Brasília. Não houve problema entre os políticos que compartilharam o mandato.

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