Morre o ex-jogador Frazão, aos 61 anos. Ele tinha câncer

O jogador brilhou em vários times, como Goiás e São Paulo

O ex-jogador de futebol FrazãoLuiz Talvane Frazão — morreu no domingo, 20, aos 61 anos. Ele tinha câncer.

Frazão era um craque da estirpe de Ademir da Guia e, digamos, Ganso. Jogava de maneira cadenciada e tinha ótima visão de jogo. Era de excelente qualidade individualmente, mas jogava sobretudo para a equipe. Ele jogou no Goiânia, no Atlético (GO), Atlético  (MG), no Vila Nova, no Goiás e no São Paulo. Foi campeão pelo Goiás em 1975 e 1976.

Nos últimos anos, atuou como educador físico e fisioterapeuta. Os amigos dizem que era, acima de tudo, um gentleman.

O velório começa neste domingo, às 19 horas, no Cemitério Parque Memorial. O corpo será sepultado na segunda-feira, 21, às 9h30, no mesmo cemitério.

Frazão deixa mulher, Alcione Naciff Frazão, três filhos, Simone, Thiago e Jéssica, e um neto, Enzo.

Repercussão

O publicitário Marcus Vinicius Queiroz, que atua com marketing político no Brasil e na Colômbia, escreveu no Facebook: “Joguei com ele. Sabia tudo de futebol”.

O jornalista Leandro Teixeira escreveu no Facebook: “Também joguei com ele no campão do Ateneu Dom Bosco. Contra e com ele. Tinha a elegância de um Ademir da Guia, a inteligência do Tostão e uma canhota cirúrgica do…do… do Frazão mesmo. Craque”.

Do diretor do Centro Cultural Oscar Niemeyer, Lisandro Nogueira: “Grande jogador. Eu o vi nos gramados”.

Do ex-senador Iram Saraiva: “Lamento muito. Perde a história do bom futebol. Vi jogar: um craque”.

Do advogado Talmon Pinheiro Lima: “Vi o Luiz Frazão surgir. De uma família de jogadores (o mais famoso era o Chico Frazão, do Goiânia), o Luiz foi o primeiro craque pós-Serradourada. Era canhoto, habilidoso e inteligente, ao estilo dos grandes meias daquela época. Lembrava muito o Ganso. Foi alçado ao time titular do Goiás, ainda novinho, parece-me pelo Barbatana. Ajudou muito a projetar o Goiás, que àquela época (75/76) estava há pouquíssimo tempo no Campeonato Brasileiro. Foi um dos grandes meias do Goiás do passado, ao lado do Luvanor, Alexandre Bueno e Pastoril”.

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