O ex-deputado Francisco Gedda morreu na segunda-feira, 26, aos 71 anos (nasceu no dia 15 de setembro de 1951). Depois de convulsões, teve três paradas cardíacas e faleceu. O corpo, velado em Jataí, será enterrado na terça-feira, 27, às 10 horas, no Cemitério Municipal da cidade.

Gedda deixa a mulher Cyl Miguelina Batista Carvalho Gedda e os filhos Juliana, Antônio e Francisco Gedda.

Em 2014, o ex-parlamentar sofreu uma queda, em sua residência, e demorou a se recuperar.

Além de deputado estadual, Gedda foi auxiliar de Alcides Cidinho Rodrigues quando este foi governador de Goiás, entre 2006 e 2010. Ele foi presidente da Metrobus. Foi presidente do PFL/DEM em Jataí. Era formado em Direito pela PUC-Goiás.

Gedda era um político conciliador, de fala mansa e tranquila. Estava mais para Tancredo Neves do que para Carlos Lacerda. Como pessoa, era de uma doçura rara. Costumava dizer: “Por que brigar? Vamos conversar”. Era um político do diálogo, muito próximo do ex-deputado federal Alcides Cidinho Rodrigues e do ex-deputado Sérgio Caiado.

Era homem de muitos amigos. Como fonte, era das melhores. Não procurava plantar notícias. Pelo contrário, dava informações precisas. Chegava a dizer: “Não siga este rumo. Você está equivocado”. E dava a informação correta.

Gedda era um homem de bem e do bem. Fará falta à política, ao Estado, à família e aos amigos. (Euler de França Belém)

Repercussão

Sérgio Lucas, advogado e ex-diretor da Agetop

“Gedda era uma dessas pessoas que todos gostavam de ter por perto. Alto astral, amigo solidário. Um bom companheiro.”

Bruno Peixoto — Presidente da Assembleia Legislativa de Goiás

“Eu e Francisco Gedda fomos deputados estaduais na mesma legislatura. Era um político sério, honesto e responsável. Sempre dizia que, acima das divergências político-ideológicas, estavam os interesses de Goiás, dos goianos. Dada sua capacidade de agregar e de pensar a política como um serviço para melhorar o bem-estar das pessoas, ele prestou um serviço inestimável à sociedade. Meus sentimentos à família.”

Sérgio Caiado, ex-deputado estadual e federal

“Acima de tudo, Gedda era meu amigo. Ele era um homem bom. Sobretudo, era bom no geral. Bom político. Bom cidadão. Bom amigo. Bom pai de família. Como político, era de uma lealdade ímpar e era agregador. Era um homem de paz. Ele contribuiu para o desenvolvimento de Goiás e para a construção de uma sociedade democrática. Sua morte me deixou triste. Goiás fica um pouco menor sem sua presença alegre e do bem.”