Ministério Público, sob Aylton Vechi, deve ser rigoroso e menos midiático

De que adianta fazer 100 denúncias, às vezes mal alinhavadas, e obter resultado em apenas uma?

O procurador-geral de Justiça de Goiás, Aylton Vechi, está fazendo a coisa certa. Primeiro, quer um Ministério Público menos dispendioso para o Erário e para a sociedade. Segundo, planeja um MP mais eficiente e menos midiático.

De que adianta um promotor de justiça se apresentar como paladino da lei, mas, de 100 denúncias, conseguir resultado positivo apenas em uma? O custo para o Erário é alto e o desgaste de pessoas, de suas reputações e até dispêndios financeiros, é intenso.

Aylton Vechi, competente e íntegro, não vai enquadrar promotores — como o aguerrido Fernando Krebs (consta que ambos não mantêm relações de alta qualidade) —, mas vai cobrar eficiência, resultados concretos, e não denúncias vazias, meramente destrutivas e midiáticas. O MP é “parte”, mas não precisa ser injusto nem tratar supostos “adversários” como “inimigos”. Portanto, independência dos promotores sim, mas com responsabilidade.

A cautela não significa que o MP vai deixar de ser firme e rigoroso. A firmeza e o rigor vão ser mantidos, mas a moderação, que pode levar a instituição a ser mais justa, certamente será buscada.

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Dirce Avelar Coutinho.

Como o senhor tem salientado do seu rigor frente ao ministério publico, olhe o abuso dos comissionados do TCE; incompetentes, ociosos, na maioria não possuem graduação acadêmica, SALARIOS ALTÍSSIMOS e ninguém faz nada. A exoneração de TODOS fara um bem a tds, aliviando a folha de pagamento do nosso Estado. Pedimos atenção nesse setor.

Ademir Santos Trajano

Sobre esse assunto dos comissionados do Tce, tbm estamos de acordo. Nos concursados ficamos aquem dele: São apadrinhados políticos, salários extremamente altos, inviabilizando o Erário, ineficientes. Seria justo q demitissem TODOS.. Desnecessário a permanência deles.