Médica goiana é cotada para ministra da Saúde

Ludhmila Hajjar é de Anápolis e trabalha nos hospitais Sírio -Libanês e Incor. Claudio Lottenberg também é cotado para o ministério

Ludhmila Hajjar: professora da USP e médica de dois hospitais de ponta do país | Foto: Reprodução

O site Antagonista afirma que a médica-cardiologista goiana Ludhmila Hajjar pode ser a nova ministra da Saúde. Ela seria a substituta do ministro Luiz Henrique Mandetta.

Ludhmila Hajjar é goiana de Anápolis. Ela é médica do Hospital Sírio-Libanês e do Incor e professora da Universidade de São Paulo . Tem doutorado pela USP.

Osmar Terra, Nise Yamaguchi e Antônio Barra Torres

Três outros médicos têm o nome ventilado para o Ministério da Saúde: o deputado federal Osmar Terra, a imunologista Nise Yamaguchi e o presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres.

Osmar Terra é o nome bancado pelo ministro Ônyx Lorenzoni. O presidente Jair Bolsonaro o aprecia, mas há o fato de que não tem o apoio da classe médica e também é político. O presidente estaria planejando colocar um ministro técnico.

Claudio Lottenberg: presidente do Einstein

Yamaguchi e Barra Torres são adeptos do uso da cloroquina no tratamento da Covid-19 — o que entusiasma Bolsonaro.

Além de Ludhmila Hajjar — ligada ao diretor do setor de cardiologia do Sírio-Libanês e do Incor, Roberto Calil, recentemente elogiado por Bolsonaro por ter admitido que, ao ter a Covid-19, tomou cloroquina (depois, frisou que foi salvo pelos corticoides) —, também está cotado Claudio Lottenberg.

O oftalmologista Claudio Lottenberg é presidente do Hospital Israelita Albert Einstein. Bolsonaro, que já foi internado no hospital, depois de ser esfaqueado em Minas Gerais, admira o médico — que é apontado como um gestor eficiente.

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