Marconi sobrevive ao ataque dos que querem retirá-lo da política via tapetão

A maneira correta de derrotar o candidato tucano a senador é pelo voto, não é pela via do puxa-tapetismo

Foto Divulgação. |

A maneira democrática de se retirar um político de cargos executivos e legislativos é por intermédio do voto. Articular por sua retirada via tapetão não é democrático. O ex-governador Marconi Perillo (PSDB) tem sido vítima dos especialistas em puxar tapetes — os puxa-tapetistas. Primeiro, com a Operação Monte Carlo — engendrada pelo PT de Lula da Silva. Agora, em cima do pleito, tentaram derrubar sua candidatura a senador. A prisão de seu mais fiel aliado político, Jayme Rincon, era para soar como uma prisão indireta do tucano mais graúdo. A mensagem era e é: “Ele quase foi preso”. Seguida de outra: “Só não foi preso porque é candidato a senador”.

Por enquanto, provando que tem sete vidas — ou até mais —, Marconi Perillo sobreviveu ao bombardeio. O estrago na imagem foi feito, mas o capital eleitoral do tucano ainda permanece alto.

Jorge Kajuru e Vanderlan Cardoso, na semana passada, estavam comemorando o estrago feito na campanha de Marconi Perillo. Na prática, os dois estão se atacando — Kajuru diretamente e Vanderlan de maneira sutil — porque acreditam que uma das vagas de senador, apesar da crise recente, ainda é de Marconi Perillo.

Retirem Marconi Perillo da política, mas por meio do voto. É o recado dos eleitores.

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