O presidente da Assembleia Legislativa atua pra assumir vaga de conselheiro do TCE. Se houver empecilho à aposentadoria de Valcenor Braz, não será candidato a deputado

O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Lissauer Vieira, do PSB, está dizendo para os aliados e amigos que, mesmo que não conquiste a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), com a possível aposentadoria do conselheiro Sebastião Tejota, deve abandonar a política partidária.

Lissauer Vieira:  presidente da Alego | Foto: Fernando Leite/JornalOpção

Um ex-deputado (e ligado a Sebastião Tejota), da cota dos amigos, afirma: “É uma pena. Porque Lissauer tem, e me recuso a dizer tinha, um futuro promissor. Poderia ser, uma vez eleito deputado federal em 2022, candidato a governador ou senador em 2026. Mas as pessoas não têm noção de como a morte do pai abalou Lissauer. E há a questão de que precisará assumir os negócios da família, em Goiás e outro Estado”.

Há um problema a ser resolvido com a aposentadoria do conselheiro Valcenor Braz. Se uma mudança na lei (GoiasPrev) for feita, o membro do TCM se aposentará. Aí Lissauer Vieira comandará uma operação na Assembleia para o vice-governador de Goiás, Lincoln Tejota, assumir a vaga. Em seguida, o conselheiro Sebastião Tejota, do Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE), se aposentará e o deputado estadual assumirá a sua vaga.