Jayme Rincon deve ser o candidato de Marconi em Goiânia e deve enfrentar Sandro Mabel e Adriana Accorsi

Jayme Rincon , gestor competente e respeitado, pode enfrentar Adriana Accorsi, Sandro Mabel ou Agenor Mariano pela Prefeitura de Goiânia | Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção

Jayme Rincon , gestor competente e respeitado, pode enfrentar Adriana Accorsi, Sandro Mabel ou Agenor Mariano pela Prefeitura de Goiânia | Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção

Definida a eleição para governador de Goiás, no primeiro ou no segundo turno, começam as articulações para a disputa das principais prefeituras. O governador Marconi Perillo pretende articular campanhas com candidatos consistentes em Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia.

Em Goiânia, a base aliada tem vários nomes, como Jayme Rincon, Giuseppe Vecci e Cristina Lopes, do PSDB, e Thiago Peixoto, Francisco Júnior e Virmondes Cruvinel, do PSD. Porém, segundo o deputado federal Sandes Júnior, do PP, o governador praticamente bateu o martelo, pois quer preparar um candidato desde agora, para torná-lo conhecido. O nome preferido é o de Jayme Rincon, que será apresentado como o gestor-político que realiza — o presidente da Agetop comandou todas as duplicações das rodovias que saem de Goiânia, além de outras obras de grande porte — e que poderá, se eleito, colocar a capital nos trilhos.

Jayme Rincon tem paixão por Goiânia e descartou disputar mandato de deputado federal — seria eleito com facilidade, dado o apoio do tucano-chefe — com o objetivo de disputar a prefeitura. Sandes Júnior ou Virmondes Cruvinel são cotados para vice. Cristina Lopes também é citada, porém, por ser do mesmo partido do presidente da Agetop, tende a ser descartada, porque se quer ter mais tempo na televisão para expor os programas de governo.

Se eleito Jayme Rincon, Marconi dará total apoio ao tucano para que transforme Goiânia num canteiro de obras. O objetivo final é fortalecer a base governista para a disputa eleitoral do governo em 2018.

O prefeito Paulo Garcia, do PT, quer uma composição com o PMDB de Iris Rezende. Se puder, banca uma chapa com Iris para prefeito e Adriana Accorsi para vice. Porém, como setores do PT querem evitar uma aliança com Iris, porque percebem isto como uma subordinação a um político que avaliam como “superado”, Paulo Garcia provavelmente lançará Adriana Accorsi para prefeita — isto se for eleita deputada estadual. O prefeito poderá, no entanto, ter de engolir outro postulante do PT, Humberto Aidar, que, com o apoio do deputado federal Rubens Otoni e do ex-prefeito de Anápolis Antônio Gomide, planeja disputar a prefeitura, com o objetivo de marcar posição para a disputa do governo em 2018, quando Gomide deverá ser candidato mais uma vez.

Setores do PMDB relutam em aceitar uma aliança com o PT, devido ao desgaste político de Paulo Garcia, que avaliam como incontornável. O próprio Iris, pelo contrário, aceitaria uma aliança com Adriana Accorsi, desde que a petista aceitasse ser sua vice. O mais factível é que o PT saia com seu candidato e o PMDB com o seu, unindo apenas no segundo turno. O PMDB tem três nomes consistentes — Agenor Mariano, o vice-prefeito de Goiânia, o deputado federal Sandro Mabel e, claro, Iris.

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